- O SUS passa a usar doxiciclina 100 mg como profilaxia pós-exposição para sífilis e clamídia em casos de exposição a IST.
- A decisão consta de portaria publicada no Diário Oficial da União.
- A medida foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
- As áreas técnicas têm até 180 dias para colocar a oferta da prophylaxia no sistema.
- Sífilis e clamídia são IST tratadas com o antibiótico quando há exposição de risco, conforme o texto da portaria.
O Ministério da Saúde ampliou o uso da doxiciclina 100 mg no SUS, adicionando-a como medida preventiva contra infecções sexualmente transmissíveis (IST) após exposição. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.
A nova profilaxia pós-exposição inclui prevenção de clamídia e sífilis, cinco em cada caso, conforme a portaria. A aprovação partiu da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
Ao editar a diretriz, o ministério informou que as áreas técnicas terão até 180 dias para implementar a oferta da doxiciclina no SUS, em formato de profilaxia para IST bacterianas.
Detalhes da medida
A portaria descreve o medicamento como ferramenta de prevenção após exposição a IST. A medida visa ampliar o acesso a uma opção farmacológica já utilizada no tratamento de infecções.
Segundo o texto, sífilis é uma IST curável causada pela Treponema pallidum, com múltiplas fases clínicas. A transmissão ocorre por contato sexual desprotegido ou vertical, durante gestação ou parto.
A clamídia, em geral, afeta órgãos genitais, podendo alcançar garganta e olhos. Transmissão ocorre por relação sexual ou congênita. A informações destacam que a profilaxia busca reduzir incidentes nessas informações.
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