- A pesquisa de 2025 com a força de trabalho do NHS na Inglaterra mostra que centenas de milhares de profissionais foram atacados, assediados, intimidado ou sofreram racismo no ambiente de trabalho. Considerando 1,5 milhão de empregados, isso equivaleria a cerca de 217 mil casos de violência e mais de 380 mil relatos de assédio e bullying em 2025.
- Um em cada sete trabalhadores sofreu violência de pacientes ou do público; mais de um quarto relatou assédio, bullying e abuso, o nível mais alto em três anos.
- O assédio sexual atingiu patamar recorde: quase 1 em 10 trabalhadores do NHS, um terço dos profissionais de ambulâncias e mais de 1 em 10 enfermeiras e obstetrizes relataram comportamento sexual indesejado no último ano.
- Ainda há subnotificação: três quartos disseram que reportariam incidentes violentos, mas apenas cerca de metade reportaria assédio ou abuso.
- Desigualdades marcantes: 1 em cada 5 trabalhadores pretos ou de minorias étnicas relatou abuso, bullying ou assédio por pacientes ou público, em comparação com 1 em 20 entre trabalhadores brancos; além disso, 1 em 7 profissionais pretos ou de minorias étnicas enfrentou comportamento similar de colegas, muito acima da taxa entre colegas brancos.
Oito em cada mil trabalhadores da NHS na Inglaterra sofreram violência de pacientes ou do público, segundo a pesquisa de 2025. A maioria relatou assédio, bullying e abuso, com números em alta.
A pesquisa nacional da NHS, publicada em 2025, aponta que cerca de 1,5 milhão de empregados podem ter sido afetados. Estimativas indicam que aproximadamente 217 mil sofreram violência e mais de 380 mil relataram assédio e bullying.
O levantamento também registra recordes de assédio sexual. Quase 10% dos trabalhadores, um terço dos atendentes de ambulância e mais de 10% de enfermeiros e parteiras disseram ter vivido comportamento sexual indesejado no último ano.
Ainda assim, o subregistro permanece. Cerca de 75% responderam que notificariam incidentes violentos, mas apenas metade reportaria assédio ou abuso.
Violência e assédio no dia a dia
Os dados mostram violência frequente, com alto impacto para equipes de saúde. Pacientes e público continuam a ser a principal fonte de agressões, segundo a pesquisa.
Discriminação e raça no ambiente de trabalho
Um em cada cinco trabalhadores pretos ou de minorias relatou abuso, bullying ou assédio, superior ao observado entre trabalhadores brancos. Um em sete diz já ter enfrentado comportamento similar de colegas.
Reação de gestor e planos de ação
Líderes do setor, como a Royal College of Nursing, destacaram a urgência de enfrentar violência, assédio e discriminação. A NHS England afirmou que a segurança dos funcionários é prioridade e que reforçará o suporte.
O estudo também evidencia que menor parte dos casos é reportada por quem sofre discriminação por pacientes ou pelo público, mantendo balanço semelhante ao de outros tipos de incidente. Dados reforçam necessidade de melhoria institucional.
A pesquisa lança luz sobre o que trabalhadores enfrentam ao cuidar da população, mesmo em serviços essenciais. Autoridades destacam que o aumento de incidentes exige resposta firme e apoio contínuo aos profissionais.
Fontes e encaminhamentos reiteram a importância de ambientes de trabalho seguros. Organizações do setor ressaltam que a proteção aos trabalhadores é fundamental para a qualidade do atendimento.
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