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Exercícios físicos ajudam a promover envelhecimento saudável

Especialistas destacam que atividades físicas regulares ajudam a manter massa muscular, equilíbrio e memória, reduzindo quedas e doenças crônicas na velhice

São Paulo (SP), 21/03/2025 - Shirley de Toro, que é professora aposentada, atriz e modelo, faz musculação no centro de ginática multifuncional do SESC Santana, na zona norte da capital. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
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  • Praticar atividades físicas ajuda no envelhecimento saudável; o dia de consciência contra o sedentarismo ressalta esse alerta.
  • Sedentarismo está ligado a doenças crônicas como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol alto, além de sarcopenia.
  • Inatividade acelera a perda de massa muscular, piora o equilíbrio e reduz a capacidade cardiorrespiratória.
  • Atividades simples do dia a dia ajudam a manter força, mobilidade, equilíbrio e autonomia.
  • Consequências do sedentarismo: quedas, rigidez articular, declínio cognitivo, osteoporose, sono ruim, ansiedade/depressão e maior risco de infecções.

O Dia de Consciência e Combate ao Sedentarismo ressalta que a prática regular de atividades físicas contribui para um envelhecimento mais saudável. O foco é manter mobilidade, autonomia e qualidade de vida ao longo de toda a vida.

Especialistas da Afya Vitória destacam que o sedentarismo está ligado ao aumento de doenças crônicas como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol alto. Além disso, ele favorece a sarcopenia, com perda de massa e força muscular.

A médica Karoline Fiorotti lembra que o corpo do idoso reage rapidamente à inatividade. Em poucas semanas, pode ocorrer perda de massa muscular, piora do equilíbrio e redução da capacidade cardiorrespiratória.

Raul Oliveira, da Afya Centro Universitário Itaperuna, reforça que atividades simples do dia a dia ajudam a manter força, mobilidade articular, equilíbrio e coordenação, essenciais para independência nas tarefas diárias.

Impactos do sedentarismo

Perda de massa muscular reduz autonomia para subir escadas, levantar da cadeira e carregar objetos. A sobras de músculo compromete a execução de atividades simples.

A fraqueza muscular e o desequilíbrio elevam o risco de quedas e fraturas, principalmente em idosos, com reflexos e coordenação prejudicados pela inatividade.

Articulações rígidas, menos flexibilidade e dores crônicas são comuns quando não há movimento, contribuindo para quadros como a artrose.

O cérebro também sente a falta de estímulo: a circulação cerebral pode diminuir e o risco de declínio cognitivo aumenta com a inatividade.

Ossos perdem densidade sem estímulo muscular, elevando o perigo de fraturas, especialmente de quadril e coluna.

O sedentarismo dificulta o controle de glicose, pressão e lipídios, favorecendo o surgimento ou avanço de doenças crônicas.

A qualidade do sono costuma piorar, com insônia e sono fragmentado, quando a atividade física está ausente.

Há maior probabilidade de ansiedade e depressão, já que o movimento estimula substâncias ligadas ao bem‑estar.

A imunidade pode ficar menos eficiente, aumentando a vulnerabilidade a infecções respiratórias e outras doenças.

O trânsito intestinal também pode ficar mais lento, elevando o risco de constipação.

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