- Michael Phillips, de 38 anos, da Carolina do Norte, afirmou ter o menor pênis do mundo, medindo 0,38 polegadas (0,97 cm) em ereção, em entrevista publicada no YouTube do TMZ.
- O diagnótico de micropene foi informado por ele em 2025; ele disse que, no estado flácido, o tamanho é ainda menor.
- Phillips desafia qualquer pessoa a provar o contrário e disse buscar reduzir o estigma e aumentar a conscientização sobre a condição.
- Ele relatou dificuldades em relações íntimas e que, segundo médicos, há poucas opções de tratamento, com orientações limitadas.
- O entrevistado afirmou que não há registro dessa condição em categorias do Guinness World Records e que o objetivo é abordar o tema de forma informativa, sem associá-lo a subterfúgios ou julgamentos.
Michael Phillips, de 38 anos, da Carolina do Norte, desafiou pessoas no mundo inteiro a contestarem sua alegação de possuir o menor pênis do mundo. O anúncio partiu de entrevista publicada na sexta-feira no canal do TMZ no YouTube, em que o homem apresenta a medida.
Segundo Phillips, o pênis ereto dele mede 0,38 polegada (0,97 cm), e ele mostrou a ponta do dedo mindinho como referência de tamanho. Ele afirmou ainda que a flacidez resulta em comprimento ainda menor. A odisseia começou com pesquisa online que o levou a acreditar ter o menor membro do mundo.
Phillips disse ter sido diagnosticado com micropênis em 2025. Ele explicou que autorizou a entrevista para reduzir o estigma associado à condição e ressaltou que nem sempre é apenas um termo de uso informal na internet. Também mencionou dificuldades em relacionamentos e na intimidade.
Sobre a condição e o debatedor público
O entrevistado contou que, ao buscar tratamento, encontrou relatos de opções limitadas, com orientações médicas que apontaram apenas intervenções mínimas. Ele ressaltou que não é possível realizar a concepção tradicional, recorrendo a outras formas de intimidade para manter relacionamentos.
Phillips afirmou ainda que já manteve um relacionamento satisfatório, encerrado por distância. O caso dele também serviu para discutir impactos emocionais, especialmente na confiança ao abordar novas pessoas. Ele avaliou pesquisa sobre possíveis categorias de recordes, ao que parece, a Guinness World Records não mantém registro para medidas de órgãos sexuais humanos.
Contexto e implicações
O relato de Phillips busca desconstruir estigmas e estimular busca por atenção médica adequada. Ele rejeita a ideia de que comportamentos como raiva no trânsito ou estilo de vida significem compensação por traços físicos. A entrevista ocorreu em meio a debates sobre normalização de condições médicas e respeito à diversidade corporal. Phllips aponta que a meta é informar e apoiar, sem excluir ou ridicularizar.
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