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Glória Pires representa geração dos anos 60 que cresceu sem celular

Gloria Pires simboliza geração sem celular; pesquisas ligam brincadeiras de rua a maior resiliência emocional e mencionam impactos na autonomia infantil.

Famosa atriz da Globo, Gloria Pires nasceu em 1963, atriz tem 62 anos
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  • Gloria Pires, nascida em 1963, é citada como exemplo de geração que cresceu sem celular e desenvolveu força emocional.
  • Uma pesquisa publicada no PMC com médicos e enfermeiros de pronto-socorro aponta que crianças expostas a brincadeiras arriscadas tendem a ter maior tolerância ao sofrimento e melhor regulação emocional.
  • Nos anos sessenta e setenta, perder um jogo no bairro ensinava a lidar com frustração sem intervenção de adultos, e o tédio era resolvido com imaginação, não com telas.
  • A partir dos anos oitenta houve redução do tempo livre infantil, com agendas cheias e dispositivos eletrônicos ocupando a maior parte do dia, limitando o ócio criativo e a autonomia.
  • A Associação Americana de Psicologia alerta que parentalidade excessivamente controladora atrapalha a regulação emocional; manter autonomia e permitir pequenos desafios ajuda no desenvolvimento.

A psicologia registra um fenômeno: crianças que cresceram nas décadas de 1960 e 1970 desenvolveram uma forma de resiliência emocional que, sem planejamento, acabou influenciando gerações seguintes. O tema é analisado sem romantizar o passado, apenas observando contextos que favoreceram habilidades socioemocionais.

Gloria Pires, nascida em 1963, é citada como exemplo de uma geração marcada por autonomia e disciplina. A atriz tem carreira sólida, construída com consistência e fortalecimento emocional, o que, segundo a leitura do estudo, reflete influências de uma infância com menos interferência de tecnologia.

Uma pesquisa publicada no PMC envolve médicos e enfermeiros de pronto-socorro e aponta que crianças expostas a brincadeiras arriscadas desenvolvem maior tolerância ao sofrimento e melhor regulação emocional. Ao subir em árvores e negociar regras, aprendem a lidar com frustrações.

Nas décadas de 60 e 70, perder jogos na rua era comum e não havia intervenção adulta imediata. O tédio era superado pela imaginação, sem depender de telas. O modelo geracional contribuiu para habilidades de resolução de conflitos e autoconfiança.

Contexto atual da infância e o papel do tempo livre

A partir dos anos 80, o tempo livre infantil diminuiu, com agendas cheias de atividades estruturadas e dispositivos digitais. Pesquisas de especialistas indicam que o brincar livre favorece a autonomia e a regulação emocional, ainda que haja críticas a excessos de proteção.

O psicólogo Peter Gray, do Boston College, sustenta que a redução do brincar livre desde os anos 60 afeta a capacidade de lidar com problemas sem intervenção imediata. A ideia é favorecer espaços de autonomia, não abandonar crianças a si mesmas.

A Associação Americana de Psicologia reforça que parentalidade excessivamente controladora pode dificultar regulação emocional e desempenho social. Crianças com maior autonomia costumam apresentar melhor adaptação acadêmica e social.

A recomendação não é deixar as crianças sem supervisão, e sim manter Espaços de autonomia. Caminhar até a casa de um amigo, manter tempo livre após a escola e observar debates familiares antes de intervir são caminhos citados para resgatar esse espírito.

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