- Gabi Luthai, 32 anos, explicou aos seguidores como foi a preparação para o parto do segundo filho, Matteo, do relacionamento com Teo Teló; o casal também é pai de Pietro.
- Nos dois partos, ela fez pilates e fisioterapia pélvica; na primeira gestação houve laceração leve com três pontos, já na segunda não houve laceração.
- Para a segunda gravidez, houve foco em reabilitação abdominal devido à diástase, com entendimento de que abdômen e períneo são musculaturas integradas, fortalecendo as duas áreas ao mesmo tempo.
- Na gestação atual, além da fisioterapia com a Bruna, ela fez fisioterapia pélvica com Carol Coloss, praticou pilates e usou o Epi-No nos últimos dias para alongar e relaxar a musculatura.
- No parto, ocorreu anestesia em posição ginecológica; houve força consciente e apoio da médica na saída para evitar laceração, resultando em períneo íntegro; a fisioterapia pélvica foi destacada como investimento na saúde da mulher.
Gabi Luthai, de 32 anos, usou as redes sociais nesta quinta-feira (26) para explicar a preparação para o parto do segundo filho, Matteo, fruto do relacionamento com Teo Teló. Pietro também é filho do casal. A artista detalha o que mudou na gestação atual.
Ela cita dois partos normais: o primeiro teve laceração leve com três pontos, já o segundo não teve laceração. A cantora afirma que compartilhar o tema é importante e pouco discutido, mesmo sob a ótica científica.
Nos dois partos, Gabi priorizou pilates e fisioterapia pélvica. Na segunda gestação, porém, incluiu reabilitação abdominal por diástase, aprendendo que abdômen e períneo são musculaturas integradas e podem ser trabalhados juntos.
Antes de engravidar novamente, iniciou o fortalecimento do períneo, acreditando que isso ajudou a preparar o corpo para a nova gestação, que exige muito dele. A rotina incluiu exercícios contínuos para manter a musculatura.
A partir de 25 semanas, a médica liberou fisioterapia pélvica, pilates, musculação e bike. Ela separava um dia por semana para fisioterapia e mantinha exercícios em casa, pela constância necessária.
Na primeira gestação houve foco no fortalecimento da musculatura pélvica, com contração e relaxamento para ganho de controle desses músculos, que nem sempre são bem ativados.
Na segunda gestação houve mais relaxamento e liberação de tensões. Além de Bruna, a fisioterapeuta, Gabi contou com Carol Coloss para fisioterapia pélvica e aulas de pilates. Nos últimos dias utilizou o Epi-No, com acompanhamento, para alongar a musculatura e treinar o expulsivo.
Em ambas as partos houve anestesia. Em posição ginecológica, a técnica ajudou a controlar a força necessária durante a expulsão, com a médica auxiliando na saída para evitar laceração. O resultado foi períneo íntegro na segunda apresentação.
Na primeira gestação, houve laceração leve com três pontos, seguido de recuperação rápida. Gabi reforça a importância da fisioterapia pélvica como investimento em saúde feminina e prepara o corpo para futuras gestações, mesmo para quem não planeja parto normal.
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