- O Ministério da Saúde enviou a Força Nacional do SUS para apoiar Palmeira das Missões (RS) depois do vendaval de 19 de fevereiro, com atuação prevista até 26 de fevereiro, podendo ser ajustada conforme o cenário.
- Profissionais de gestão, assistência clínica, saúde mental e comunicação de risco atuam para manter a continuidade dos serviços, reorganizar a rede de saúde e oferecer apoio psicossocial.
- Já foram orientados e capacitados pelo menos 300 profissionais de saúde, educação e assistência social em atenção psicossocial e manejo de reações pós-desastre.
- A estrutura local sofreu destelhamentos em dois postos de saúde e parte das unidades ficou sem energia, levando a uma reorganização emergencial do atendimento.
- Não houve óbitos até o momento; três pessoas ficaram feridas. A ação tem três eixos: gestão municipal, reorganização da assistência e ações de saúde mental e comunicação de risco.
O Ministério da Saúde mobilizou a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FNS) para reforçar a assistência e o cuidado em saúde mental após o vendaval que atingiu Palmeira das Missões, no Rio Grande do Sul, no dia 19 de fevereiro. Profissionais atuarão até 26 de fevereiro, com possibilidade de remanejamento conforme a evolução da situação. O objetivo é manter a continuidade da assistência, reorganizar a rede de saúde e ampliar o apoio psicossocial à população.
Ao todo, mais de 300 profissionais das áreas de saúde, educação e assistência social já foram orientados e capacitados em atenção psicossocial, manejo de reações pós-desastre e encaminhamentos baseados em evidências. As ações são realizadas em escolas, igrejas e na prefeitura da cidade.
Ações da Força Nacional do SUS
A atuação da FNS em Palmeira das Missões envolve três eixos: apoio à gestão municipal, reorganização da assistência em saúde e implementação de ações de saúde mental e comunicação de risco. O foco é prevenir agravamentos e fortalecer a resiliência comunitária.
O vendaval provocou ventos de até 65,5 km/h, provocando destelhamentos e danos estruturais em unidades de saúde, além de interrupção de energia e bloqueio de vias. A rede municipal segue funcionando de forma parcial para garantir atendimento à população.
Não houve registro de óbitos até o momento; três pessoas ficaram feridas. As ações federais visam manter serviços essenciais e apoiar a resposta local, com monitoramento da evolução do cenário.
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