- O lança-perfume nasceu no Carnaval como cosmético, mas seu uso ficou conhecido pelo efeito psicoativo.
- Em mil novecentos e sessenta e um, o presidente Jânio Quadros proibiu a produção, venda e consumo do lança-perfume no Brasil.
- Após a proibição, surgiu o loló; antes, o lança era industrializado; hoje, as misturas variam e podem ser mais imprevisíveis.
- O loló costuma ter solventes simples como álcool, éter ou clorofórmio; ambos evaporam rápido e atingem o cérebro em segundos.
- Poppers são diferentes dos solventes: são nitritos de alquila, vasodilatadores que podem provocar queda de pressão, taquicardia e problemas oculares.
O lança-perfume teve origem nos bailes de Carnaval do início do século XX, no Brasil. Inicialmente utilizado como cosmético, o produto ganhou notoriedade pelo efeito psicoativo que proporcionava. Com o tempo, surgiram controvérsias sobre seus riscos à saúde e à segurança.
Em 1961, após casos de mortes associadas ao uso, o presidente Jânio Quadros proibiu a produção, venda e consumo do lança-perfume no país. A medida visou reduzir danos provocados por solventes voláteis presentes no produto.
Com a proibição, apareceu o loló, uma mistura que difere do lança. Atualmente, as versões variam bastante, o que pode tornar seu efeito mais imprevisível. A evolução das formulações colaborou para mudanças nos riscos envolvidos.
Diferenças entre as substâncias
O lança-perfume era, antes da proibição, frequentemente fabricado em%; hoje, a formulação pode variar conforme o fabricante. Ambos evaporam rapidamente e atingem o cérebro em segundos, causando efeitos psicoativos.
O loló, em geral, utiliza solventes simples como álcool, éter ou clorofórmio. Já o poppers difere ao usar nitritos de alquila, atuando como vasodilatador e apresentando riscos de queda de pressão, taquicardia e problemas oculares.
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