- No Distrito Federal, 17 mulheres indígenas dos DSEI Xavante e Xingu foram atendidas em uma carreta do programa Agora Tem Especialistas em Taguatinga para diagnóstico precoce de câncer de mama e colo do útero.
- Foram realizados ultrassonografias de mama, mamografias, biópsia mamária e exames anatomopatológicos do colo do útero, com apoio de tradutora para facilitar a comunicação.
- As pacientes receberam acolhimento culturalmente adequado e permanecem hospedadas na Casa de Saúde Indígena de Brasília (Casai).
- A carreta já realizou mais de 2,5 mil atendimentos no Distrito Federal e atua mediante agendamento e encaminhamento pelo gestor local.
- Além dessa ação, o programa promove mutirões de saúde indígena e já abriu etapas de cirurgias oftalmológicas e outras especialidades em diferentes DSEIs.
Na unidade móvel do Governo do Brasil em Taguatinga (DF), 17 mulheres indígenas dos DSEI Xavante e Xingu (MT) passaram por atendimento preventivo para câncer de mama e colo do útero. O serviço ocorreu nesta quarta-feira, com ultrassonografia mamária, mamografia, biópsia mamária e exames do colo do útero, sob a coordenação de equipe multidisciplinar e com tradutora.
O programa Agora Tem Especialistas organizou a ação para garantir acolhimento respeitoso às comunidades, cuja língua predominante não é o português. Além da assistência clínica, a dinâmica foi ajustada para considerar a cultura indígena, com apoio linguístico e condições adequadas no local.
As pacientes tiveram os procedimentos agendados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, devido à proximidade geográfica com o DF, e estão hospedadas na Casa de Saúde Indígena de Brasília (Casai). As atividades reforçam o foco do SUS em diagnósticos precoces e acesso a exames de imagem.
Carreta já somou mais de 2,5 mil atendimentos no DF, realizado mediante encaminhamento pelo gestor local e apenas com agendamento prévio. Equipamentos e equipe multiprofissional atuam em saúde da mulher, diagnóstico por imagem e outras especialidades, com foco em reduzir filas e ampliar o cuidado.
Entretanto, a iniciativa também é palco de mutirões para a saúde indígena. A secretária adjunta de Saúde Indígena destacou a importância de ampliar a oferta de exames e consultas, reduzindo o tempo de espera. Mutirões anteriores contabilizam milhares de atendimentos em diversos DSEIs.
Ainda neste ano, começou o primeiro mutirão de cirurgias oftalmológicas em território indígena, com procedimentos de catarata em andamento no DSEI Médio Rio Solimões e Afluentes, até 22 de fevereiro. Novas etapas estão previstas para Xavante e Médio Rio Solimões, com capacitação de profissionais para futuras expedições.
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