- Relógios inteligentes avaliam a qualidade do sono usando sensores ópticos e rastreadores de movimento, gerando relatórios após algumas noites de avaliação.
- Os resultados variam conforme o fabricante, com notas e detalhes sobre períodos em que você dormiu ou ficou acordado.
- Dormir com o smartwatch pode enganar os sensores: a boa nota nem sempre significa sono de qualidade.
- Após testar três modelos diferentes por 15 noites, ficou claro que os relógios podem indicar boa qualidade mesmo quando a noite não foi tão boa.
- Os especialistas orientam levar esses resultados ao médico do sono e não interpretá-los sem orientação médica.
A partir de sensores ópticos e rastreamento de movimento, os smartwatches avaliam a qualidade do sono com resultados que, em alguns casos, podem ser próximos aos de estudos médicos. O recurso gera relatórios após várias noites de uso e pode atribuir notas aos períodos de sono e vigília. A informação é apresentada de forma diferente de fabricante para fabricante.
Relatórios costumam vir com gráficos e categorias, como sono profundo, leve e desperta. Fabricantes como Apple, Huawei e Samsung exibem esses dados em seus modelos, incluindo o Apple Watch Ultra 3, Huawei Watch GT6 e Samsung Galaxy Watch8, entre outros. O preço dos relógios monitorando o sono varia amplamente.
Entretanto, a precisão depende de fatores individuais e do modelo utilizado. Em testes com três modelos diferentes, foi possível observar que a nota pode ser boa mesmo com insônia ou desperta abruptos. Por isso, os resultados devem ser interpretados com cautela e sempre acompanhados por um médico.
Como funciona o monitoramento
- Dormir com o smartwatch pode gerar relatos de sono com base em sensores.
- A avaliação não substitui avaliação clínica, que exige exames específicos.
Limites do método
- Em algumas noites, a percepção de qualidade pode divergir do relatório automático.
- Médicos do sono costumam orientar sobre a interpretação correta dos dados fornecidos pelo relógio.
Orientação clínica
- Os especialistas recomendam acompanhamento médico quando surgem dúvidas sobre a qualidade do sono.
- Marcações e números podem ajudar, mas não substituem diagnóstico profissional.
Dado o cenário, vale considerar o uso do smartwatch como ferramenta auxiliar. A orientação de um profissional de saúde é indicada para qualquer interpretação mais complexa ou persistente de distúrbios do sono.
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