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Volta a ter peito plano após remover implantes mamários

Remoção de implantes mamários cresce; mulher de 56 escolhe ficar sem próteses, destacando envelhecimento natural e bem-estar

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Sarah Lavender Smith, an athlete in Colorado.
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  • Aos 56 anos, autora fez explant (remoção de implantes sem troca) para envelhecer de forma natural, mesmo após cirurgia que deixou cicatrizes sob as mamas. O procedimento não foi coberto por seguro e custou cerca de US$ 5.617.
  • Segundo estudo da International Society for Aesthetic Plastic Surgery, a remoção de implantes quase dobrou entre 2017 e 2022, sinalizando possível mudança de percepção sobre os implantes.
  • Motivos vão além da estética: contractura capsular (envolvimento de tecido cicatricial que endurece) e a suspeita de doenças associadas aos implantes, além do desejo de um peito menor, mais atlético e que permita usar menos sutiã.
  • Histórias de outras mulheres mostram trajetórias semelhantes, como Jaime McDonald, que removeu implantes oito anos atrás após sentir desconforto e encontrar um parceiro que a valorizava, e Junko Kazukawa, que teve mastectomia bilateral e optou por ficar flat.
  • Profissionais destacam que a tendência atual é buscar aparência menor e mais proporcional, com menos foco no tamanho e mais em conforto e autoimagem; a remoção pode vir acompanhada de levantamento (lifting) ou fechamento plano da região peitoral.

O que aconteceu: mulheres estão recorrendo cada vez mais à explant, a retirada definitiva dos implantes de mama, sem substituição. O movimento ganhou impulso após relatos de desconforto físico, riscos de saúde e mudanças de imagem corporal.

Quem está envolvido: a jornalista que faz o relato, pacientes que retiraram os implantes, médica Dra. Matthew Swelstad e outras mulheres como Junko Kazukawa e Debbie Sironen, que compartilham suas decisões e experiências.

Quando e onde: o aumento ocorre nos últimos anos, com dados globais até 2022 e relatos publicados em 2024, e as entrevistas ocorreram principalmente nos Estados Unidos, Califórnia, Colorado e Idaho.

Por quê: muitos pacientes procuram a removação por motivos de bem-estar, redução de complicações como contratura capsular, preocupações com doenças associadas a implantes e desejo de uma silhueta mais natural.

Entre as motivações, a autora descreve como os implantes foram usados para atender a um ideal estético, iniciando em 1998, quando tinha 20 e poucos anos. A narrativa ressalta impactos físicos e psicológicos ao longo de décadas.

A-contratura capsular: o relato evidencia a condição de contratura capsular, comum em pacientes com implantes, que endurece o tecido ao redor da prótese, tornando necessária cirurgia de troca ou remoção.

Custos e decisão: a explant de 2004 custou cerca de US$ 5.617, sem cobertura de seguro, frente a US$ 8.403 para uma troca por novos implantes. O texto destaca impacto financeiro para quem opta pela remoção.

Impacto físico: a autora descreve menor desconforto ao ficar sem implantes, sensação de aerodinâmica ao correr e liberdade ao usar roupas sem sutiã. O período pós-operatório incluiu drenagem e restrições de esforço temporárias.

Aspectos de saúde: o texto menciona o conceito de implante de doença (BII), com relatos de sintomas como fadiga e inflamação, ainda que a autora não tenha experienciado esses problemas.

Experiências de outras mulheres: depoimentos de Jaime McDonald, que removendo os implantes recuperou bem-estar, e de Debbie Sironen, que orienta futuras pacientes a valorizar a saúde e o funcionamento do corpo.

Mudanças de percepção: especialistas afirmam que há uma tendência de reduzir o tamanho, priorizar proporção e conforto, com aceitação de diferentes formas de ser mulher, incluindo corpos sem seios grandes.

Decisão de permanecer flat: inspirações de mulheres que optam por não reconstruir, como Junko Kazukawa, que viveu uma mastectomia bilateral e escolheu manter o peito naturalmente plano.

Conexões com outras histórias: o texto relaciona decisões de rejuvenescimento com experiências de outras pacientes, destacando que a motivação muitas vezes é psicológica, não apenas estética.

Notas sobre prática médica: o médico entrevistado observa que o interesse por remoção está crescendo, com pacientes buscando aparência menor, mais atlética e sem necessidade de sutiã.

Conclusão informativa: o material reúne relatos pessoais, dados de pesquisas de estudo internacional sobre remoção e experiências de médicos, sem emitir julgamentos ou opiniões.

Expansão do tema

A reportagem também traz relatos de pacientes que optam pela remoção para evitar futuras operações, destacando a possibilidade de “flat closure” e ajuste estético após a retirada.

Perfil das entrevistadas

Além da autora, outras mulheres que passaram pela remoção relatam ganhos de autoestima e conforto físico, reforçando a diversidade de escolhas em relação ao corpo.

Contexto de saúde pública

Especialistas ressaltam que a decisão pela remoção envolve fatores clínicos, psicológicos e de qualidade de vida, com variações individuais na experiência dos implantes.

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