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Estudo sobre energéticos e risco de suicídio aponta incertezas

Meta-análise mostra apenas correlação; não prova que energéticos aumentem o risco de suicídio, e demanda mais pesquisas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Imagem, em fundo laranja, de uma lata de refrigerante colorida sem marca definida.
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  • A notícia alega que energéticos aumentam o risco de suicídio, mas o estudo citado não prova causalidade.
  • A análise, feita por pesquisadores de Singapura, compilou 17 estudos e encontrou apenas correlação estatística entre consumo de energéticos e o risco de suicídio.
  • Segundo a matéria, beber duas ou mais xícaras de café por dia está associado à redução do risco, enquanto uma lata por mês de energético quase dobra o risco e o consumo diário aumenta o risco em 288%.
  • Os autores reconhecem limitações e afirmam que não consideraram fatores como genética, ambiente familiar e situação social; mais pesquisas são necessárias para entender a relação.
  • Não é possível concluir que energéticos causem suicídio; a leitura deve ser cautelosa e baseada em evidências mais robustas.

Beber duas ou mais xícaras de café por dia costuma ser associado à redução do risco de suicídio em algumas análises. Já os energéticos, que contêm cafeína, são citados como tendo efeito oposto em uma meta-análise feita por pesquisadores de Singapura. A revisão inclui dados de 17 estudos e ganhou atenção na internet por sugerir aumento do risco.

No entanto, o estudo não demonstra causalidade. Ele identifica apenas uma correlação estatística entre consumo mensal de uma lata de energético e o risco de suicídio, sem considerar fatores como genética, ambiente familiar e condições socioeconômicas.

O que diz o estudo

Os autores destacam que a associação observada não prova que o consumo de energéticos cause o suicídio. Outros elementos psicossociais não foram completamente avaliados, o que impede conclusões definitivas sobre relações causais.

Observações importantes

Os pesquisadores ressaltam a necessidade de mais estudos para esclarecer fatores que possam explicar a associação observada. Até lá, a reportagem recomenda interpretações cuidadosas ao tratar do tema e evitar inferências precipitadas.

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