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Morte de pacientes em hospital de Glasgow será investigada, afirmam procuradores

Casos de sete mortes de pacientes no Queen Elizabeth University Hospital estão sob investigação, após infecções graves em pacientes com câncer ligadas a água e ventilação contaminadas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Anas Sarwar has claimed ‘political pressure’ led to the Queen Elizabeth university hospital being opened before it was ready.
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  • Procuradores confirmam que sete mortes no Queen Elizabeth University Hospital (QEUH) serão investigadas, com avaliações de mais duas óbitos ligados a infecções provocadas pela água contaminada e pelo sistema de ventilação.
  • Os casos incluem Molly Cuddihy, de 23 anos, e Andrew Slorance, ex-servidor público, com as famílias mantendo-se informadas sobre o andamento.
  • A sindicância revelou que 84 pacientes pediátricos com câncer apresentaram infecções graves, duas mortes entre eles, possivelmente causadas pelo sistema de água contaminada.
  • Investigações anteriores já haviam listado quatro mortes e uma menina de 10 anos que faleceu em 2017, além de uma mulher de 73 anos falecida em 2019 por infecção fúngica.
  • O serviço de saúde pediu desculpas formais e três microbiologistas sêniores expressaram preocupações contínuas sobre as mudanças de gestão; há alegações de pressão política para abrir o hospital antes de estar pronto, o que foi contestado por autoridades.

The Crown Office confirmou que sete casos de morte em Glasgow estão sob investigação, após evidências de infecções graves em pacientes do Queen Elizabeth University Hospital (QEUH). A análise envolve mortes ocorridas no hospital e no hospital infantil adjacente, que compartilham infraestrutura.

A investigação abrange 23‑year‑old Molly Cuddihy e o ex‑servidor público Andrew Slorance, entre outros. A COPFS informou que manterá as famílias informadas sobre o andamento do processo.

Molly Cuddihy, diagnosticada com um câncer ósseo aos 15 anos, recebeu tratamento no Royal Hospital for Children e no QEUH. Ela faleceu em agosto passado, com falência orgânica causada pelos tratamentos e pela infecção associada.

A perícia revelou evidências de que infecções graves atingiram 84 pacientes com câncer infantil, duas das quais resultaram em óbito. O hospital admite que o sistema de água contaminado pode ter contribuído para esses casos.

Anteriormente, a COPFS confirmou investigações sobre quatro mortes, incluindo Milly Main, de 10 anos, falecida em 2017, uma outra criança e Gail Armstrong, de 73 anos, morta em 2019. Armstrong lutava contra linfoma não Hodgkin agressivo.

Também consta a análise sobre a morte de Anthony Dynes, de 65 anos, em 2021, que recebia tratamento no QEUH para linfoma não Hodgkin. A COPFS recebeu o relatório relacionado a esse caso.

Contorno institucional e mudanças

O sistema de saúde regional pediu desculpas formais às famílias afetadas, destacando que a organização atual é distinta daquela envolvida na construção do hospital. Foram citadas preocupações remanescentes sobre mudanças em controle de infecções, segundo peritos que participaram da fase final da auditoria.

A Assembleia Nacional manteve o escrutínio sobre a política de abertura do hospital. Oficialmente, as autoridades afirmaram que a decisão de abrir a unidade antes do completo preparo não está sob acusação direta, porém o debate público continua.

O inquérito público, que já passa de seis anos, prossegue para esclarecer como ocorreram as infecções e quais medidas de segurança foram implementadas desde então. As autoridades reiteram compromisso com transparência e com a proteção de pacientes.

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