- O texto apresenta sete práticas para ajudar crianças a conhecerem seu valor, fundamentadas em princípios bíblicos.
- 1) Falar vida: usar palavras que edifiquem, incentivem e elevem a autoestima.
- 2) Falar a verdade de Deus: lembrar que são criadas, amadas e dotadas de propósito, reforçando mensagens bíblicas.
- 3) Transformar rótulos negativos em afirmações positivas: substituir reconhecimentos negativos por termos que destaquem qualidades.
- 4) Ensinar que falhar faz parte do aprendizado: usar erros como oportunidade de ensino e resiliência.
- 5) Estar presente e brincar: desligar telas, ouvir os filhos e dedicar tempo para fortalecer a conexão.
O material em pauta apresenta sete práticas voltadas a ajudar crianças a reconhecerem seu próprio valor. O texto defende que a formação começa na família e se sustenta em princípios de comunicação e convivência. A autora reforça o papel dos pais na construção da autoestima desde a infância. A publicação ressalta a influência de redes sociais, escola e mídia, e propõe uma abordagem intencional para promover a autoconfiança.
Segundo o guia, a linguagem utilizada pelos pais tem impacto direto no modo como as crianças enxergam a si mesmas. O foco está em construir um ambiente de afirmação, reduzir o peso de rótulos negativos e incentivar o reconhecimento das próprias capacidades. O texto orienta também sobre lidar com falhas de forma construtiva, fortalecendo resiliência.
1. Fale com propósito**
A orientação é falar de forma positiva e construtiva, elevando a autoestima das crianças. As palavras são vistas como ferramentas que modelam a percepção que a criança tem de si. O guia sugere evitar mensagens que depreciem ou diminuam o valor do jovem.
2. Transmita a Verdade
O conteúdo recomenda comunicar verdades sobre o valor do indivíduo, incluindo mensagens sobre dignidade, propósito e pertencimento. Recomenda-se repetir esses conceitos em casa, em notas ou na rotina diária, para reforçar a autoestima.
3. Transforme rótulos em afirmações
O texto propõe substituir etiquetas negativas por descrições positivas. Ao invés de classificar a criança com um rótulo, o guia sugere reformular a fala para destacar qualidades, como liderança, determinação ou empatia.
4. Mostre que falhar faz parte
O material afirma que falhas devem ser vistas como oportunidades de aprendizado. A orientação é apoiar a criança na identificação de soluções e lições práticas para a próxima tentativa, fortalecendo resiliência.
5. Esteja presente e brinque junto
A publicação enfatiza a importância da presença parental. Reduzir distrações digitais durante momentos de convivência ajuda a comunicar que a criança é prioridade. A interação de qualidade é apresentada como fundamental para o senso de valor.
6. Cultive hábitos saudáveis de autocuidado
O guia destaca a necessidade de ensinar hábitos de autocuidado desde a infância. Atividades compartilhadas, organização do espaço e momentos de descanso ajudam a formar rotinas que fortalecem a percepção de autovalor.
7. Ajude a criança a expressar sentimentos
A última prática foca na expressão de emoções. O texto orienta ouvir o que a criança sente, validar o sentimento e oferecer apoio para processar pensamentos, reduzindo autocrítica e ansiedade.
A publicação conclui que o objetivo é orientar pais a formar jovens confiantes e preparados para enfrentar os desafios da vida, sem emitir julgamentos ou preferências pessoais. O conteúdo é apresentado como base educativa para famílias, sem propagar opiniões políticas.
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