- Doze anos atrás, em Queanbeyan, uma pessoa com doença crônica perdeu o táxi por causa do horário de verão e ficou sem atendimento para ir ao aeroporto.
- Um homem bem vestido ouviu a conversa da narradora com a irmã e pediu ao motorista que a levasse também ao aeroporto.
- O motorista topou e o homem pediu que o trajeto fosse prioritário para levá-la primeiro até o aeroporto.
- Ao chegar, o homem não permitiu que a narradora pagasse a tarifa e ainda a acompanhou até a entrada do terminal, ajudando-a a se orientar.
- A narradora, que enfrenta uma doença invisível, agradece a gentileza e espera que o homem veja este relato.
Doze anos atrás, em Queanbeyan, um morador com doença crônica perdeu o táxi por falha relacionada ao horário de verão. Sem transporte, ele buscou outra corrida para o aeroporto, preocupado em perder o voo para Queensland.
Enquanto aguardava em frente ao motel, o narrador relatou sentir-se mal e pensar claramente não era possível. Um homem bem vestido aproximou-se, oferecendo-se para dividir a corrida até o aeroporto, após ouvir a conversa sobre o atraso.
O motorista foi informado de levar os dois. Ao chegarem, o homem não permitiu que o narrador pagasse a passagem e acompanhou-o até a entrada do terminal, ajudando-o a localizar o setor correto.
O narrador descreve a ação como um gesto de empatia que fez toda a diferença naquele dia. O agradecimento permaneceu, mesmo após anos, mantendo a lembrança de uma gentileza que se destacou diante da adversidade.
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