- Um levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra que a cognição de pessoas acima de 50 anos está mais aguçada do que a de gerações anteriores.
- Setentões de 2022 apresentam habilidades cognitivas equivalentes a cinquentões do ano 2000.
- O estado de fragilidade física de septuagenários em 2020 é similar ao de cinquentões em 2000.
- A evolução é atribuída a melhorias na saúde e na qualidade de vida da população idosa.
- A expectativa de vida deve aumentar em 11 anos até o final do século, devido à combinação de longevidade crescente e queda da fertilidade.
Um levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) revela que a cognição de pessoas acima de 50 anos está mais aguçada do que a de gerações anteriores. O estudo, que analisou dados de um milhão de indivíduos em 41 países, mostra que setentões de 2022 apresentam habilidades cognitivas equivalentes a cinquentões do ano 2000.
Além disso, o estado de fragilidade física de septuagenários em 2020 corresponde ao de cinquentões em 2000. Essa evolução é atribuída a melhorias na saúde e na qualidade de vida da população idosa, que têm se intensificado nas últimas décadas. A combinação de longevidade crescente e a queda da fertilidade, com mulheres tendo menos filhos, deve aumentar a idade média global em 11 anos até o final do século.
Impactos da Longevidade
O panorama é heterogêneo entre as nações, mas, de modo geral, cinquentões, sessentões e setentões estão mais saudáveis e cognitivamente mais aptos. O FMI destaca que essa mudança pode impactar não apenas a vida pessoal, mas também a economia e o mercado de trabalho, já que uma população mais saudável pode contribuir de forma mais efetiva.
Essas descobertas reforçam a importância de políticas públicas voltadas para a saúde e o bem-estar da população idosa. Com a expectativa de vida aumentando, é crucial que a sociedade se adapte a essa nova realidade, garantindo que os mais velhos tenham acesso a cuidados adequados e oportunidades de participação ativa na vida social e econômica.
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