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Senado aprova política de combate ao HPV e projeto segue para sanção de Lula

Senado aprova medidas para combate ao HPV, incluindo vacinação e acompanhamento clínico, aguardando sanção presidencial.

Davi Alcolumbre comanda sessão do Senado Federal do dia 25 de junho de 2025. (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)
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O Senado aprovou a criação da Política Nacional de Enfrentamento do HPV, que visa melhorar a prevenção, diagnóstico e tratamento dessa infecção sexualmente transmissível. O projeto agora aguarda a sanção do presidente Lula. O HPV tem mais de 200 tipos, alguns dos quais podem causar câncer. No Brasil, mais da metade das pessoas entre 16 e 25 anos está infectada, e a vacinação pode evitar mais de 90% dos casos de câncer do colo do útero. A nova política inclui vacinação, testes, tratamentos em casa e acompanhamento dos parceiros das pessoas infectadas. Também serão feitas campanhas de informação para aumentar a conscientização e o acesso ao cuidado.

O Senado aprovou, nesta quarta-feira, 25, a criação da Política Nacional de Enfrentamento da Infecção por Papilomavírus Humano (HPV). O projeto estabelece medidas de saúde pública focadas na prevenção, diagnóstico e tratamento do HPV, uma infecção sexualmente transmissível considerada a mais comum no mundo. O texto agora aguarda a sanção do presidente Lula.

O HPV possui mais de 200 tipos, sendo que alguns podem causar verrugas genitais e outros estão associados a câncer, como o do colo do útero, ânus, pênis, boca e garganta. Dados do Ministério da Saúde indicam que mais da metade da população brasileira entre 16 e 25 anos está infectada, com 38,4% dos casos envolvendo genótipos de alto risco para câncer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que mais de 90% dos casos de câncer do colo do útero poderiam ser evitados com a vacinação.

Medidas da Nova Política

A proposta aprovada inclui ações preventivas, como a vacinação, além de diagnósticos que abrangem testes físicos e laboratoriais. Também estão previstos tratamentos domiciliares e ambulatoriais. Um aspecto importante da nova política é o acompanhamento clínico dos parceiros das pessoas infectadas.

Além disso, a política estabelece diretrizes para campanhas de informação, ampliação do acesso ao cuidado e fortalecimento da notificação e pesquisa científica sobre o HPV. Essa iniciativa visa aumentar a conscientização e o cuidado em saúde, contribuindo para a redução da incidência do HPV e suas complicações.

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