Lina Pereira, conhecida como Linn da Quebrada, falou sobre sua luta contra o abuso de substâncias em uma entrevista à Glamour. Ela, que ficou famosa ao participar do Big Brother Brasil em 2022, contou que o programa a ajudou a enfrentar sua vulnerabilidade e a dar o primeiro passo em sua recuperação. Lina passou por internações em clínicas para tratar a depressão e o uso de drogas. Sua infância foi difícil, marcada pelo abandono do pai e pela busca por amor em uma família pobre. Depois de ser excluída de sua congregação religiosa por causa de sua sexualidade, ela encontrou apoio em amigos e usou a arte como forma de se expressar. Lina admitiu que teve dificuldades em aceitar ajuda, mas reconhece a importância do apoio de amigos e profissionais. Após duas internações, ela percebeu que esse processo foi essencial para sua recuperação. Recentemente, ela também expressou alegria por seu trabalho no filme “Vitória”, onde atuou ao lado de Fernanda Montenegro, o que reacendeu seu desejo de atuar. A trajetória de Lina é um exemplo de resiliência e autodescoberta.
Lina Pereira, conhecida como Linn da Quebrada, compartilha sua trajetória de superação em entrevista à Glamour. A mulitartista, que ganhou notoriedade ao participar do Big Brother Brasil em 2022, reflete sobre sua luta contra o abuso de substâncias e a busca por autoconhecimento.
Aos 34 anos, Lina revela que o reality show foi um marco em sua vida. “O Big Brother me deu o privilégio de entrar em contato com a minha vulnerabilidade”, afirma. Ela recorda que a experiência foi como um primeiro passo em sua recuperação, afastando-se das substâncias. Lina passou por internações em clínicas terapêuticas, onde enfrentou a depressão e o uso de drogas.
A infância de Lina foi marcada por desafios, incluindo o abandono do pai e a busca por afeto. Crescendo em uma família pobre em Votuporanga, ela aprendeu sobre amor e dor com sua tia, que assumiu o papel materno. A relação conturbada com a mãe e a descoberta da sexualidade em um ambiente religioso também moldaram sua identidade.
Após ser desassociada da congregação religiosa por sua sexualidade, Lina encontrou apoio em um grupo de amigos. “Foi nesse grupo que encontramos muita força”, conta. A arte entrou em sua vida como uma forma de expressão e libertação, levando-a a atuar e a se redescobrir.
Recentemente, Lina falou sobre sua luta com a saúde mental. Ela admite que inicialmente resistiu a aceitar ajuda, mas reconhece a importância do apoio de amigos e profissionais. “Entender e aceitar ajuda é um dos aspectos mais difíceis”, destaca. Após duas internações, ela reflete sobre a necessidade desse processo para sua recuperação.
Por fim, Lina expressa sua satisfação ao ver seu trabalho no filme “Vitória”. A atuação ao lado de Fernanda Montenegro foi um momento especial, reacendendo seu desejo de atuar. “Me ver na tela foi emocionante”, conclui. A jornada de Lina é um testemunho de resiliência e autodescoberta, inspirando muitos a refletirem sobre suas próprias histórias.
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