O vício em trabalho, ou workaholism, é um problema crescente que afeta a saúde mental e a produtividade das pessoas em todo o mundo. Pesquisas mostram que o uso excessivo de tecnologia, que aumentou durante a pandemia, está ligado a esse vício, especialmente no México, onde muitos trabalhadores passam de 10 a 12 horas por dia no trabalho. A Universidade Nacional Autônoma do México explica que o workaholismo é uma necessidade compulsiva de trabalhar, e essa compulsão é piorada pelo acesso fácil ao trabalho por meio de celulares e outras tecnologias. Durante o isolamento, muitos profissionais tiveram dificuldade em separar o trabalho da vida pessoal. Especialistas, como Oscar Steve, afirmam que é importante estabelecer horários para encerrar o trabalho e evitar que o ambiente de casa se torne um local de trabalho constante. Um estudo da Universidade de Bergen, na Noruega, aponta que a adição ao trabalho é influenciada por conflitos entre a vida profissional e a familiar. Embora trabalhar muito possa parecer bom para as empresas, a saúde dos trabalhadores deve ser prioridade, pois uma equipe cansada não é eficiente. Erika Villavicencio, especialista em Saúde Ocupacional, destaca que 85% das empresas no México reconhecem o problema do workaholismo e que é vital diferenciar entre ser produtivo e ser viciado em trabalho, já que a falta de descanso pode prejudicar a qualidade de vida. É importante que governos e instituições se preocupem com o bem-estar dos trabalhadores e considerem jornadas de trabalho mais equilibradas, como a de 40 horas por semana, para ajudar a combater o workaholismo e criar um ambiente de trabalho mais saudável.
O vício em trabalho, conhecido como workaholism, é um problema crescente que afeta a saúde mental e a produtividade globalmente. Estudos recentes revelam que o uso excessivo de tecnologia, intensificado pela pandemia de COVID-19, contribui para essa condição, especialmente no México, onde 65% da força de trabalho trabalha entre 10 e 12 horas diárias.
A Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) define o workaholismo como uma “necessidade compulsiva, excessiva e incontrolável de realizar atividades laborais”. Essa compulsão é exacerbada pelo fácil acesso ao trabalho por meio de smartphones e outras tecnologias. Durante o confinamento, muitos profissionais relataram dificuldades em estabelecer limites entre trabalho e vida pessoal.
Oscar Steve, diretor do portal Xataka México, enfatiza que “o mais difícil do trabalho remoto é parar”. Ele sugere que é essencial definir horários para encerrar as atividades, evitando que o ambiente de trabalho se torne um convite constante para continuar. Essa falta de limites pode levar a um ciclo vicioso de exaustão e diminuição da produtividade.
Um estudo da Universidade de Bergen, na Noruega, aponta que a adição ao trabalho é influenciada por diversos fatores, sendo os conflitos entre vida profissional e familiar um dos principais. A pesquisa destaca que, embora o trabalho excessivo possa parecer benéfico para as empresas, a saúde dos trabalhadores deve ser priorizada, pois uma força de trabalho exausta não é eficiente.
Erika Villavicencio, doutora em Saúde Ocupacional, alerta que 85% das empresas no México reconhecem o transtorno ocupacional. Ela ressalta a importância de distinguir entre ser produtivo e ser viciado em trabalho, uma distinção crucial para a saúde mental dos trabalhadores. A falta de descanso pode comprometer a qualidade de vida e a saúde física e emocional.
Governos e instituições precisam estar atentos ao bem-estar dos trabalhadores. A adoção de jornadas de trabalho mais equilibradas, como a de 40 horas semanais, pode ser um passo importante para mitigar os efeitos do workaholismo e promover um ambiente de trabalho mais saudável.
Entre na conversa da comunidade