A Subprefeitura do Centro fez uma operação na Rua Santa Alexandrina, no Rio Comprido, para acabar com um ponto de consumo de crack, após moradores denunciarem o aumento do uso e venda de drogas na área. A rua se tornou um local com muitos usuários, e a venda de drogas acontece perto, na Rua Cândido de Oliveira. Durante a ação, foram encontrados cerca de dez moradores de rua, que recusaram a ajuda oferecida. A operação também teve o objetivo de limpar e organizar a região. Na terça-feira, agentes voltaram ao local para aumentar a fiscalização, tentando reduzir os problemas relacionados ao tráfico e ao consumo de drogas, enquanto os moradores continuam preocupados com a segurança e a saúde pública no bairro.
A Subprefeitura do Centro realizou uma operação na manhã desta segunda-feira (23) para desmobilizar um ponto de consumo de crack na Rua Santa Alexandrina, no Rio Comprido. A ação foi motivada por denúncias de moradores sobre o aumento do uso e venda de drogas na região.
Desde há meses, a Rua Santa Alexandrina se tornou um local de concentração de usuários, enquanto a venda de drogas ocorre nas proximidades, especialmente na Rua Cândido de Oliveira. Um morador, que preferiu não se identificar, relatou que o número de usuários de crack aumentou significativamente, gerando preocupação entre os residentes. Ele destacou que a situação se agravou a ponto de usuários serem vistos consumindo drogas à luz do dia.
Durante a operação, os agentes da subprefeitura encontraram cerca de dez moradores em situação de rua. Apesar de oferecerem acolhimento e encaminhamentos, os moradores recusaram a ajuda, evidenciando a complexidade do problema. A subprefeitura informou que a ação teve como objetivo não apenas a desmobilização do ponto de consumo, mas também a limpeza e o ordenamento da área.
Reforço na Fiscalização
Na terça-feira, agentes retornaram ao local para reforçar a fiscalização. A presença contínua das autoridades é uma tentativa de mitigar os efeitos do tráfico e do consumo de drogas na região. Os moradores, por sua vez, continuam a expressar sua insatisfação e preocupação com a segurança e a saúde pública no bairro.
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