Hugh e Alex Addison, irmãos de uma família agrícola, estão organizando um desafio de 340 milhas para aumentar a conscientização sobre a saúde mental na agricultura, motivados pela perda de um tio para o suicídio. O evento, chamado Borderline Challenge, acontecerá em setembro e incluirá uma ciclismo de 140 milhas de Sligo a Donaghadee, uma travessia de natação de 22 milhas pelo mar da Irlanda e uma corrida de 70 milhas ao longo da Muralha de Adriano. Hugh, de 34 anos, destacou que a agricultura tem uma das taxas de suicídio mais altas entre as profissões, com fatores como mudanças climáticas e pressão do setor afetando a saúde mental dos agricultores. Ele mencionou que existe uma cultura de resistência, onde muitos não buscam ajuda. A Royal Agricultural Benevolent Institution revelou que mais de um terço da comunidade agrícola apresenta problemas de bem-estar mental, e quase metade dos agricultores sente ansiedade. Alex, de 29 anos, ressaltou a importância de discutir vulnerabilidades e encorajar os agricultores a pedir ajuda, afirmando que mostrar vulnerabilidade é admirável. Os irmãos esperam que o desafio ajude a arrecadar fundos e inicie conversas sobre saúde mental na agricultura, buscando mudar a ideia de que é preciso sofrer em silêncio.
Hugh e Alex Addison, irmãos de uma família agrícola, estão organizando um desafio de 340 milhas (550 km) para aumentar a conscientização sobre a saúde mental no setor agrícola. A iniciativa surge após a perda de um tio para o suicídio, um tema que impactou profundamente suas vidas. O desafio, denominado Borderline Challenge, ocorrerá em setembro e incluirá uma ciclismo de 140 milhas (225 km) de Sligo a Donaghadee, seguido por uma travessia de natação de 22 milhas (35 km) pelo mar da Irlanda e uma corrida de 70 milhas (115 km) ao longo da Muralha de Adriano.
O agricultor Hugh Addison, de 34 anos, destacou que a agricultura possui uma das taxas de suicídio mais altas entre as profissões. Ele mencionou que fatores como mudanças climáticas, políticas econômicas e a pressão constante do setor contribuem para a saúde mental dos agricultores. “Farming tem uma cultura de stoicismo, onde se espera que as pessoas suportem as dificuldades sem buscar ajuda”, afirmou.
A Royal Agricultural Benevolent Institution (RABI) revelou que mais de um terço da comunidade agrícola apresenta níveis preocupantes de bem-estar mental. Além disso, quase metade dos agricultores relatou experiências de ansiedade. Alex Addison, de 29 anos, enfatizou a importância de discutir vulnerabilidades e encorajar os agricultores a pedir ajuda. “Mostrar vulnerabilidade é tão admirável quanto manter a calma”, disse.
Os irmãos esperam que o desafio não apenas arrecade fundos, mas também inicie conversas significativas sobre saúde mental na agricultura. Hugh afirmou que o objetivo é mudar a percepção de que é necessário “sofrer em silêncio”, um estigma que ainda persiste na comunidade.
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