TikTok bloqueou o hashtag #SkinnyTok após pressão de autoridades da Europa, que se preocupam com a promoção da delgadez extrema e os riscos de transtornos alimentares. A ministra francesa Clara Chappaz foi uma das que levantou a questão, levando a Comissão Europeia a investigar o assunto. Agora, ao procurar por #SkinnyTok, os usuários veem uma mensagem com informações sobre recursos para transtornos alimentares. Liv Schmidt, influenciadora ligada ao movimento, teve sua conta suspensa e suas assinaturas desmonetizadas pela Meta, mas lançou rapidamente um novo clube chamado Skinni Société, que cobra 20 dólares por conteúdo sobre emagrecimento. Apesar de ter perdido seguidores no TikTok, ela ainda mantém uma base de 300 mil no Instagram. O clube oferece vídeos de treino e dicas de dieta, mas a Meta restringiu sua conta a usuários maiores de 18 anos após denúncias de que as integrantes normalizavam comportamentos prejudiciais. Schmidt continua a receber apoio, sendo vista como uma figura polêmica que associa delgadez a sucesso. Ela pode ganhar cerca de 118 mil euros por mês com as assinaturas, levantando questões sobre a ética de sua abordagem. A situação de #SkinnyTok e de Liv Schmidt mostra a preocupação crescente com a saúde mental e os padrões de beleza nas redes sociais, refletindo um debate sobre a responsabilidade das plataformas digitais.
TikTok bloqueou globalmente o hashtag #SkinnyTok após pressão de autoridades europeias, que alertaram sobre os riscos da promoção da delgadez extrema. A decisão foi motivada por preocupações com a influência negativa da etiqueta, que já acumulava mais de 500 mil publicações em várias redes sociais.
A ministra francesa de Meios Digitais, Clara Chappaz, foi uma das vozes que levantou a questão em abril. A Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre o tema, levando à ocultação do hashtag na plataforma. Agora, ao buscar #SkinnyTok, os usuários recebem uma mensagem de apoio, com informações sobre recursos para transtornos alimentares.
Suspensão de Liv Schmidt
A influenciadora Liv Schmidt, uma das principais figuras do movimento, teve sua conta suspensa e suas assinaturas desmonetizadas pela Meta. Apesar disso, ela rapidamente lançou um novo clube, Skinni Société, que cobra 20 dólares mensais por conteúdo exclusivo sobre emagrecimento. Schmidt, que já acumulava 700 mil seguidores no TikTok, agora tem mais de 300 mil no Instagram.
O clube oferece vídeos de treinamento e dicas de dieta, promovendo uma cultura de controle alimentar. A Meta, após denúncias, decidiu restringir sua conta principal a usuários maiores de 18 anos e suspendeu as assinaturas do clube. A decisão foi motivada por relatos de que as integrantes normalizavam sinais de alerta de transtornos alimentares.
Repercussão e Críticas
Após a suspensão, Schmidt continuou a atrair apoio, com novos meios ultraconservadores defendendo sua causa. A influenciadora é vista como uma figura polêmica, associando a delgadez a luxo e sucesso. Estima-se que ela ganhe cerca de 118 mil euros por mês com as assinaturas, o que levanta questões sobre a ética de sua abordagem.
A situação de #SkinnyTok e de Liv Schmidt destaca a crescente preocupação com a saúde mental e os padrões de beleza nas redes sociais. A pressão por mudanças nas plataformas digitais continua, refletindo um debate mais amplo sobre a responsabilidade das redes na promoção de conteúdos saudáveis.
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