Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Superidosos desafiam o envelhecimento e mantêm funções cognitivas elevadas até os 90 anos

Estudos revelam que "superidosos" mantêm funções cognitivas até os 90 anos, desafiando a ideia de que o envelhecimento é sinônimo de declínio.

0:00
Carregando...
0:00

Pesquisas recentes mostram que algumas pessoas, chamadas de “superidosos”, conseguem manter suas habilidades mentais até os 90 anos, desafiando a ideia de que a memória e a cognição sempre diminuem com a idade. Esses indivíduos apresentam um encolhimento cerebral menor e costumam ter um estilo de vida saudável, que inclui uma dieta rica em alimentos benéficos, exercícios regulares e interações sociais. Estudos indicam que a genética desempenha um papel importante no envelhecimento do cérebro, mas hábitos saudáveis também são fundamentais. Superidosos se alimentam de frutas, peixes, nozes e vegetais, e praticam atividades físicas, que ajudam a manter a função cerebral. Além disso, eles se envolvem em atividades sociais e aprendem coisas novas, o que também contribui para a saúde mental. O sono adequado é outra parte importante de suas rotinas, pois ajuda a eliminar resíduos que podem afetar a memória.

Indivíduos conhecidos como “superidosos” mantêm habilidades cognitivas elevadas até os 90 anos, desafiando a ideia de que o envelhecimento leva a um declínio inevitável nas funções mentais. Segundo Daniel Daneshvar, chefe da Divisão de Reabilitação de Lesões Cerebrais na Spaulding Rehabilitation Hospital, esses indivíduos evitam doenças como Alzheimer e demências, demonstrando que a idade pode ser apenas um número.

Pesquisas indicam que o cérebro médio encolhe cerca de 5% por década após os 40 anos, com um declínio mais acentuado após os 70 anos. Esse encolhimento afeta regiões ligadas à memória e aprendizado, como o lobo frontal e o hipocampo. No entanto, o cérebro dos superidosos encolhe em metade dessa taxa, mantendo funções cognitivas comparáveis às de pessoas mais jovens.

Estilo de Vida Saudável

Estudos apontam que a genética desempenha um papel significativo no envelhecimento cerebral. Daneshvar destaca que cerca de 100 genes comuns foram identificados entre os superidosos, embora a relação exata com benefícios neurológicos ainda não seja clara. Para aqueles que não possuem essa sorte genética, um estilo de vida saudável pode ser a chave.

Superidosos costumam seguir dietas ricas em antioxidantes, polifenóis e ácidos graxos ômega-3, que ajudam a combater inflamações e proteger o corpo. Alimentos como frutas vermelhas, peixes gordurosos e vegetais crucíferos são comuns em suas refeições. Além disso, a prática regular de exercícios físicos é uma característica marcante, contribuindo para a manutenção do volume cerebral e da função cognitiva.

Interações Sociais e Aprendizado

O engajamento social também é um fator importante. Estudos mostram que interações sociais regulares estão associadas a cérebros mais saudáveis, enquanto o isolamento pode levar a um volume menor de matéria cinzenta. Superidosos frequentemente desafiam suas mentes, aprendendo novas habilidades, como idiomas ou instrumentos musicais.

A qualidade do sono é outra prioridade. Daneshvar ressalta que dormir de sete a nove horas por noite é essencial, pois o sono ajuda a eliminar resíduos metabólicos que podem estar ligados ao desenvolvimento de doenças neurodegenerativas. Um estudo recente indica que dificuldades para dormir aumentam o risco de piora da memória em adultos mais velhos.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais