Carol Ribeiro, modelo e apresentadora, foi diagnosticada com esclerose múltipla aos 45 anos, após anos de sintomas que não foram reconhecidos. Sua amiga Ana Claudia Michels, que é médica, percebeu os sinais e a incentivou a procurar ajuda. Os primeiros sintomas de Carol apareceram durante a pandemia e incluíam fadiga extrema, lapsos de memória e dificuldades para se comunicar. Inicialmente, ela achou que esses problemas eram causados por estresse ou menopausa. O diagnóstico trouxe alívio e a chance de tratamento, que é importante para controlar a doença. A esclerose múltipla é uma condição autoimune que afeta o sistema nervoso central e pode causar sintomas como perda de força muscular e problemas de coordenação. No Brasil, mais de 40 mil pessoas têm essa doença, que geralmente afeta mulheres entre 20 e 40 anos. Com o tratamento, Carol notou uma grande melhora em sua qualidade de vida e enfatiza a importância de ouvir os sinais do corpo. Ana Claudia, agora médica geriatra, continua a apoiar Carol enquanto equilibra sua rotina entre o trabalho e a maternidade.
Carol Ribeiro, modelo e apresentadora, foi diagnosticada com esclerose múltipla aos 45 anos, após anos de sintomas não reconhecidos. A amiga e médica Ana Claudia Michels identificou os sinais e a incentivou a buscar ajuda neurológica. O diagnóstico ocorreu após exames que revelaram lesões no cérebro.
Os primeiros sintomas de Carol surgiram durante a pandemia, incluindo fadiga extrema, lapsos de memória e dificuldades de comunicação. Inicialmente, ela atribuiu esses problemas ao estresse e à menopausa. O diagnóstico trouxe alívio e a possibilidade de tratamento, essencial para controlar a doença.
A esclerose múltipla é uma condição autoimune que afeta o sistema nervoso central, levando a sintomas variados, como perda de força muscular e problemas de coordenação. Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), mais de 40 mil pessoas convivem com a doença no Brasil, que geralmente afeta mulheres entre 20 e 40 anos.
Com o tratamento, Carol relata uma melhora significativa em sua qualidade de vida. Ela destaca a importância de ouvir os sinais do corpo e a necessidade de um diagnóstico precoce. Ana Claudia, agora médica geriatra, continua a apoiar a amiga, equilibrando sua rotina entre o consultório e a maternidade.
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