O programa Mais Acesso à Especialistas, que começou em 2023, está passando por mudanças sob a nova gestão de Alexandre Padilha no Ministério da Saúde. O objetivo do programa é reduzir as filas no Sistema Único de Saúde (SUS), mas ele não teve o sucesso esperado até agora. O governo planeja fazer parcerias com a rede privada e mudar o nome do programa para torná-lo mais popular. O foco é atender cinco áreas com alta demanda: oncologia, oftalmologia, cardiologia, ortopedia e otorrinolaringologia. Atualmente, a espera média para consultas no SUS é de 57 dias, o que aumenta a pressão sobre o governo. As novas estratégias incluem contratar mais médicos e aumentar os mutirões de consultas e cirurgias. Uma proposta em estudo sugere trocar dívidas de operadoras de saúde por cirurgias em hospitais privados, facilitando o atendimento. O Ministério da Saúde também está pedindo que os estados atualizem as informações sobre as filas de espera para iniciar os mutirões ainda no primeiro semestre de 2025. A ideia é melhorar a imagem do programa, que não trouxe os resultados políticos esperados até agora. O novo nome deve ser mais fácil de entender e um relançamento do programa está previsto para maio de 2025.
O programa Mais Acesso à Especialistas, lançado em 2023, enfrenta dificuldades sob a nova gestão de Alexandre Padilha no Ministério da Saúde. A iniciativa, que visa reduzir filas no Sistema Único de Saúde (SUS), não obteve os resultados esperados, levando à reestruturação do projeto. O governo planeja parcerias com a rede privada e um novo nome para aumentar a aceitação pública.
O programa foi criado para atender cinco áreas com alta demanda: oncologia, oftalmologia, cardiologia, ortopedia e otorrinolaringologia. Dados recentes mostram que a espera média para consultas no SUS atingiu 57 dias em 2024, o que intensificou a pressão sobre o governo. A mudança de estratégia inclui a contratação de equipes médicas e a ampliação de mutirões de consultas e cirurgias.
Uma proposta em análise sugere que o governo troque dívidas de operadoras de saúde por cirurgias em hospitais privados, facilitando o atendimento a usuários do SUS. Além disso, o Ministério da Saúde está solicitando que estados atualizem o status das filas de espera para iniciar os mutirões ainda no primeiro semestre de 2025.
A nova abordagem busca melhorar a percepção pública sobre o programa, que, segundo a avaliação do Palácio do Planalto, não trouxe os resultados políticos esperados. A reestruturação inclui uma repaginação do nome do programa, que deve ser mais acessível e compreensível para a população. A expectativa é que um novo lançamento ocorra em maio de 2025.
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