O “bed rotting” é uma prática que se tornou comum entre a geração Z, onde as pessoas passam muito tempo na cama ou no sofá, especialmente durante o trabalho remoto. Nathalia Wendler, uma analista de pesquisa de mercado de 26 anos, diz que sua rotina se tornou sedentária desde que começou a trabalhar de casa, preferindo ficar de pijama e trabalhando deitada. Embora se sinta mais produtiva assim, ela reconhece que isso afeta sua saúde. A psicóloga Daniela Zimmermann alerta que ficar na cama o dia todo pode ser um sinal de problemas mais sérios, como depressão, e que a romantização dessa prática nas redes sociais pode esconder realidades difíceis. Além disso, essa rotina pode prejudicar o sono e a produtividade, já que um estudo mostrou que 66% dos brasileiros têm dificuldades para dormir. A cronobiologista Claudia Moreno recomenda que a cama seja usada apenas para dormir, para manter uma boa higiene do sono. Eva Monteiro, de 44 anos, também enfrentou problemas com o bed rotting e decidiu voltar a um trabalho presencial para melhorar sua disposição. Para combater esse hábito, a psicóloga Silvia Conway sugere abrir janelas e sair de casa, destacando a importância de ter uma rotina que inclua atividades fora de casa.
O fenômeno do “bed rotting” tem ganhado destaque entre a geração Z, que se refere à prática de passar longos períodos na cama ou no sofá, muitas vezes durante o trabalho remoto. A analista de pesquisa de mercado Nathalia Wendler, de 26 anos, relata que, desde a implementação do home office, sua rotina se tornou predominantemente sedentária, com ela permanecendo de pijama e trabalhando na horizontal. Apesar de se sentir mais produtiva em casa, Nathalia admite que essa prática tem efeitos negativos em sua saúde física.
A psicóloga Daniela Zimmermann, da PUC-RS, alerta que “ser funcional, mas estar 24 horas na cama é sinal de alerta”. Ela observa que a romantização do bed rotting nas redes sociais pode encobrir problemas mais sérios, como depressão e ansiedade. A especialista destaca que a realidade é frequentemente menos glamourosa do que a apresentada em vídeos e postagens, onde a vida na cama é idealizada.
Além disso, a prática pode prejudicar a qualidade do sono e a produtividade. Um estudo de 2022 revelou que 66% dos brasileiros dormem mal, o que pode ser agravado pela associação da cama com atividades que não envolvem descanso. A cronobiologista Claudia Moreno, da USP, recomenda que a cama seja utilizada apenas para dormir, a fim de manter uma boa higiene do sono.
Eva Monteiro, de 44 anos, também enfrentou dificuldades com o bed rotting, levando-a a buscar um emprego presencial. Ela relata que a rotina na cama resultou em sedentarismo e má alimentação. Para combater esse hábito, a psicóloga Silvia Conway sugere ações simples, como abrir janelas e sair de casa, enfatizando a importância de uma rotina que inclua atividades fora do ambiente doméstico.
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