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A ortorexia: quando a busca por uma alimentação saudável se torna um transtorno alimentar

A ortorexia, distúrbio alimentar que prioriza uma alimentação excessivamente saudável, tem crescido, especialmente entre grupos vulneráveis. A influência das redes sociais e mudanças nos hábitos alimentares pós-pandemia são fatores que contribuem para esse aumento. O termo, criado em 1997 pelo médico Steven Bratman, distingue entre ortorexia saudável e ortorexia nervosa, sendo esta última caracterizada por um foco obsessivo em dietas restritivas. Estudos indicam que a prevalência da ortorexia nervosa pode variar de 6,9% na população geral a até 57,8% em grupos de alto risco, como profissionais da saúde e atletas. A falta de critérios diagnósticos padronizados dificulta a identificação e o tratamento da condição, que pode levar a sérios problemas de saúde mental e física. Especialistas alertam que as redes sociais têm um papel significativo na propagação da ortorexia, com comunidades online promovendo dietas extremas. A busca por controle em tempos de ansiedade, especialmente após a pandemia, intensifica esses comportamentos. Embora os ortoréxicos geralmente não lutem com a percepção de peso, suas dietas restritivas podem resultar em desnutrição. A urgência em reconhecer e tratar a ortorexia é destacada por profissionais da saúde, que recomendam buscar ajuda ao perceber que a alimentação saudável interfere na vida social e emocional.

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A ortorexia é um distúrbio alimentar que faz as pessoas se tornarem obcecadas por comer de forma extremamente saudável. O termo foi criado em 1997 pelo médico Steven Bratman, que identificou duas formas: a ortorexia saudável e a ortorexia nervosa. Estima-se que 6,9% da população geral tenha ortorexia nervosa, mas esse número pode chegar a 57,8% entre profissionais da saúde e atletas. Esse distúrbio está ligado a problemas como perfeccionismo e ansiedade, levando a escolhas alimentares muito rígidas. Jennifer Wildes, professora de Psiquiatria, explica que o problema surge quando a busca por uma alimentação saudável afeta a vida social e emocional da pessoa. A falta de critérios claros para diagnosticar a ortorexia dificulta sua identificação, o que pode trazer sérias consequências para a saúde mental e física. Um estudo recente de José Francisco López-Gil investiga a prevalência da ortorexia e seus fatores, como o uso crescente de redes sociais, que está relacionado ao aumento dos sintomas, especialmente em comunidades que promovem o “comer limpo”. A pandemia e o aumento do tempo em frente às telas também intensificam esses comportamentos. Embora pessoas com ortorexia não tenham problemas com a percepção do peso, suas dietas restritivas podem causar desnutrição. Doreen S. Marshall, da Associação Nacional de Transtornos Alimentares, destaca a necessidade de mais atenção a essa condição. Especialistas afirmam que é possível mudar, desde que a pessoa tenha vontade de buscar ajuda.

Pesquisas recentes indicam um aumento na ortorexia, um distúrbio alimentar caracterizado por uma obsessão por uma alimentação extremamente saudável. O termo foi criado em mil novecentos e noventa e sete pelo médico Steven Bratman, que identificou duas formas: a ortorexia saudável e a ortorexia nervosa. A prevalência da ortorexia nervosa é estimada em 6,9% da população geral, mas pode chegar a 57,8% em grupos de alto risco, como profissionais da saúde e atletas.

A ortorexia é associada a transtornos como perfeccionismo e ansiedade, levando a escolhas alimentares rígidas e planejamento excessivo. Jennifer Wildes, professora de Psiquiatria, destaca que a busca por uma alimentação saudável se torna problemática quando interfere na vida social e emocional. A falta de critérios diagnósticos padronizados dificulta a identificação da condição, que pode ter sérias consequências para a saúde mental e física.

Um estudo recente liderado por José Francisco López-Gil busca esclarecer a prevalência da ortorexia e seus fatores contribuintes. Ele observa que o uso crescente de redes sociais está correlacionado ao aumento dos sintomas, especialmente em comunidades online que promovem o “comer limpo”. A pandemia e o aumento do tempo de tela também são apontados como fatores que intensificam esses comportamentos.

Embora indivíduos com ortorexia não apresentem problemas com a percepção de peso, suas dietas restritivas podem levar à desnutrição. Doreen S. Marshall, da Associação Nacional de Transtornos Alimentares, ressalta a necessidade de mais atenção e recursos para lidar com essa condição. Especialistas afirmam que a mudança é possível, desde que haja um desejo genuíno de buscar ajuda.

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