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Ricaurte enfrenta estigma e desafios com alta prevalência do síndrome do cromossoma X frágil

Ricaurte, na Colômbia, enfrenta uma crise de saúde pública com a alta prevalência da síndrome do cromossoma X frágil, exigindo apoio urgente.

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Patricia Triviño, de 53 anos, vive em Ricaurte, na Colômbia, onde a taxa de síndrome do cromossoma X frágil é a mais alta do mundo. Ela cuida de seus filhos e familiares que têm essa condição, que causa deficiência intelectual severa. Um estudo recente confirmou que a mutação genética tem origem comum na população local, um fenômeno chamado efeito fundador. Em Ricaurte, 48 homens a cada mil e 20 mulheres a cada mil são afetados. O médico Wilmar Saldarriaga, que identificou a doença há 30 anos, explica que a mutação ocorre devido a uma repetição anormal de uma sequência genética no cromossomo X. Os médicos Saldarriaga e Julián Ramírez Cheyne visitam mensalmente o município, onde atendem pacientes em um centro de saúde com poucos recursos. As famílias vivem em condições de pobreza e muitas vezes não têm acesso a tratamentos adequados. As investigações mostraram que a síndrome pode ter se originado de um mesmo ancestral. As famílias afetadas pedem apoio especializado e a criação de uma fundação para oferecer terapias e projetos produtivos, enfatizando que não são “bobos”, mas sim portadores de uma condição que precisa de atenção.

Patricia Triviño Rodríguez, de cinquenta e três anos, vive em Ricaurte, na Colômbia, onde a taxa de síndrome do cromossoma X frágil é a mais alta do mundo. Ela cuida de seus filhos e familiares afetados pela condição, que causa discapacidade intelectual severa. Recentemente, um estudo genético confirmou a origem da mutação, revelando um efeito fundador na população local.

Em Ricaurte, a prevalência da síndrome é alarmante: 48 homens a cada mil e 20 mulheres a cada mil são afetados. O médico geneticista Wilmar Saldarriaga, que há três décadas identificou a doença, explica que a mutação ocorre devido à repetição anormal da tripleta CGG no cromossomo X. A condição é frequentemente acompanhada de características físicas distintas, como cara alongada e orelhas grandes.

Os médicos Saldarriaga e Julián Ramírez Cheyne realizam visitas mensais ao município, onde atendem pacientes em um centro de saúde precário. As famílias, que vivem em condições de pobreza, frequentemente não têm acesso a tratamentos adequados. “É uma bênção de Deus que vocês venham,” diz uma residente, destacando a importância do apoio médico.

As investigações científicas revelaram que a síndrome pode ter se originado de um mesmo ancestral, um fenômeno conhecido como efeito fundador. As famílias afetadas pedem apoio especializado e a criação de uma fundação para oferecer terapias e projetos produtivos. “Precisamos de ajuda,” afirma Patricia, enfatizando que não são “bobos”, mas sim portadores de uma condição que requer atenção e compreensão.

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