Thaís Caldeira Soares Foffano e Gabrielle Farias de Souza, estudantes de medicina, estão recebendo ameaças e mensagens de ódio após publicarem um vídeo sobre o caso de Vitória Chaves da Silva, uma paciente que passou por quatro transplantes. O vídeo, que foi postado dias antes da morte de Vitória, tinha como objetivo discutir as dificuldades dos transplantes, mas foi interpretado como deboche. As alunas afirmaram que não tinham intenção de ofender e que o conteúdo foi mal compreendido. Elas também relataram que as mensagens que recebem incluem xingamentos e até incentivos ao suicídio. A família de Vitória denunciou as estudantes ao Ministério Público pedindo uma retratação. Em resposta, as alunas disseram que nunca tiveram contato com a paciente e que o vídeo foi feito para expressar curiosidade sobre o caso clínico. Elas manifestaram solidariedade à família de Vitória e afirmaram que a divulgação de trechos isolados do vídeo distorceu a mensagem original.
A aluna de medicina Thaís Caldeira Soares Foffano relatou à Folha que está recebendo ameaças e mensagens de ódio após a repercussão de um vídeo em que ela e a colega Gabrielle Farias de Souza comentam sobre o caso de uma paciente transplantada. O vídeo, publicado em fevereiro, abordava a história de Vitória Chaves da Silva, que passou por quatro transplantes, e foi postado dias antes da morte da paciente.
As estudantes afirmam que o conteúdo não tinha intenção de deboche, mas sim de reflexão sobre as dificuldades enfrentadas em transplantes. Foffano declarou que as mensagens que recebe incluem xingamentos e até incentivos ao suicídio. A família de Vitória denunciou as alunas ao Ministério Público, pedindo retratação.
Em resposta, as estudantes afirmaram que o vídeo foi mal interpretado e que nunca tiveram contato com a paciente ou acesso ao seu prontuário. Um comunicado dos advogados das alunas destacou que o objetivo era expressar surpresa e curiosidade sobre o caso clínico, sem citar o nome da paciente.
Thaís também mencionou que seu nome tem sido associado a conteúdos pornográficos em buscas online. As alunas expressaram solidariedade à família de Vitória e afirmaram que a divulgação de trechos isolados do vídeo contribuiu para distorções na interpretação do conteúdo.
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