Robert F. Kennedy Jr., secretário de saúde dos Estados Unidos, anunciou um esforço global para investigar por que as taxas de autismo estão aumentando no país. Durante uma reunião na Casa Branca em 10 de agosto, ele prometeu que teriam resultados até setembro, mas muitos cientistas acham esse prazo irrealista. Eles explicam que descobrir uma única causa é complicado, já que fatores como pesticidas, poluição e diabetes materna podem estar envolvidos. Um especialista, Philip Landrigan, destacou que os cortes de financiamento no Departamento de Saúde dificultam avanços rápidos. Kennedy também disse que os Institutos Nacionais de Saúde liderariam a pesquisa e que o CDC revelaria que agora 1 em cada 31 crianças é diagnosticada com autismo. Ele mencionou que todas as exposições, como alimentos e produtos químicos, seriam analisadas. Uma parte importante do estudo será comparar crianças vacinadas e não vacinadas, o que muitos cientistas criticam. Irva Hertz-Picciotto, do Instituto MIND da Universidade da Califórnia, afirmou que é difícil fazer essa pesquisa e que resolver tudo até setembro é “ridículo”.
Robert F. Kennedy Jr., secretário de saúde dos Estados Unidos, anunciou um esforço global para investigar as causas do aumento das taxas de autismo no país. Durante uma reunião na Casa Branca em 10 de agosto, Kennedy prometeu resultados até setembro, o que gerou ceticismo entre cientistas.
Os especialistas, que estudam o autismo há décadas, consideram o cronograma de Kennedy irrealista. Eles apontam que a identificação de uma única causa é complexa, com fatores como pesticidas, poluição e diabetes materna em discussão. Philip Landrigan, pediatra e especialista em toxinas, destacou que os cortes de financiamento no Departamento de Saúde e Serviços Humanos dificultam avanços rápidos.
Kennedy também mencionou que os Institutos Nacionais de Saúde liderariam a pesquisa e que o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) revelaria que a taxa de diagnósticos de autismo agora é de 1 em cada 31 crianças. Ele afirmou que todas as exposições, incluindo alimentos e produtos químicos, seriam analisadas.
Uma parte importante do estudo será a comparação entre crianças vacinadas e não vacinadas, uma abordagem que muitos cientistas criticam. Irva Hertz-Picciotto, do Instituto MIND da Universidade da Califórnia, afirmou que a pesquisa sobre autismo é desafiadora e que resolver tudo até setembro é “ridículo”.
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