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Investigação é aberta após morte de jovem com histórico de saúde mental em Birmingham

Mãe de Tyran, homem que cometeu suicídio após pedir ajuda, clama por mudanças nas diretrizes de saúde mental para evitar novas tragédias.

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Uma investigação foi aberta por uma instituição de saúde mental após a morte de Tyran, um homem de 30 anos que se suicidou no Dia das Mães. Sua mãe, Tina Jones, disse que ele havia pedido ajuda várias vezes antes de falecer, incluindo tentativas de suicídio em dias seguidos. Tina culpa os serviços de saúde mental pela falta de apoio e pede mudanças nas diretrizes de segurança.

Tyran, que tinha autismo, ansiedade e depressão, tentou se suicidar pelo menos sete vezes em dez anos, sendo cinco delas no último ano. Ele passou meses internado no Hospital Queen Elizabeth, mas a família afirma que ele foi tratado em uma ala geral, não em uma específica para saúde mental. Tina relatou que os médicos ignoraram os pedidos de internação do filho e o liberaram sem medidas de proteção.

A família de Tyran, que possui um negócio de pisos, está exigindo que o governo crie diretrizes mais rigorosas para proteger pessoas em risco de suicídio. Eles sugerem um banco de dados central para identificar indivíduos que tentaram suicídio e pedem que as agências ouçam as preocupações das famílias. As instituições de saúde envolvidas expressaram condolências e estão colaborando com a investigação. A família também considera processar os hospitais e deseja criar um centro de saúde mental em memória de Tyran.

Uma investigação foi iniciada por uma instituição de saúde mental após a morte de Tyran, um homem de 30 anos, que se suicidou no Dia das Mães. Sua mãe, Tina Jones, afirmou que o filho havia solicitado apoio várias vezes antes de sua morte, incluindo tentativas de suicídio em dias consecutivos. Tina responsabiliza os serviços de saúde mental pela falta de suporte e pede mudanças nas diretrizes de segurança.

Tyran, que vivia com autismo, ansiedade e depressão, havia tentado se suicidar pelo menos sete vezes ao longo de dez anos, com cinco tentativas no último ano. Ele passou meses internado no Hospital Queen Elizabeth, mas sua família alega que ele foi tratado em uma ala geral, não em uma específica para saúde mental. Tina afirmou que os médicos ignoraram os pedidos de internação do filho e o liberaram sem medidas de proteção.

A família de Tyran, que possui um negócio de pisos, está exigindo que o governo implemente diretrizes mais rigorosas para a proteção de pessoas em risco de suicídio. Eles sugerem a criação de um banco de dados central que identifique indivíduos que tentaram suicídio, além de exigir que as agências ouçam as preocupações familiares. Tina questionou como foi possível liberar alguém que havia tentado se suicidar repetidamente em um curto espaço de tempo.

As instituições de saúde envolvidas expressaram condolências à família e afirmaram que estão colaborando com a investigação. A família considera a possibilidade de ação legal contra os hospitais e deseja estabelecer um centro de saúde mental em memória de Tyran, buscando promover mudanças significativas no sistema de saúde mental.

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