Kelly Willis, da organização Forecasting Healthy Futures, está liderando um evento no Rio de Janeiro para discutir como melhorar os sistemas de saúde diante das mudanças climáticas. O encontro acontece antes da Conferência das Partes (COP30) em Belém e busca apoio financeiro e colaboração internacional para enfrentar os desafios trazidos por desastres naturais.
Willis alerta que eventos como tempestades e ondas de calor podem danificar hospitais e clínicas, resultando em mortes e na interrupção de serviços de saúde, como vacinação. Ela também menciona que as mudanças climáticas estão fazendo com que doenças como dengue e malária se espalhem para áreas que antes não eram afetadas. Além disso, as dificuldades econômicas causadas por secas podem impactar a saúde mental das pessoas.
Para enfrentar esses problemas, Willis defende a construção de sistemas de saúde que possam resistir a desastres. Isso inclui investir em estruturas seguras e em fontes de energia renováveis, como a solar, para garantir que os serviços de saúde continuem funcionando. A formação de profissionais de saúde sobre novas doenças também é importante, já que a dengue, por exemplo, pode se espalhar ainda mais até 2050.
Willis destaca que o Brasil está avançando na pesquisa de vacinas, como a desenvolvida pelo Instituto Butantan para a dengue, o que é crucial diante das mudanças climáticas. Ela acredita que a saúde deve ser um tema central na COP30, refletindo a crescente preocupação com a relação entre saúde pública e mudanças climáticas.
A executiva norte-americana Kelly Willis, da organização Forecasting Healthy Futures, lidera um evento no Rio de Janeiro para discutir a construção de sistemas de saúde resilientes às mudanças climáticas. O encontro, que ocorre em meio aos preparativos para a Conferência das Partes (COP30) em Belém, destaca a necessidade de financiamento e coordenação internacional para enfrentar os desafios impostos por eventos climáticos extremos.
Willis alerta que tempestades e ondas de calor podem comprometer a infraestrutura de saúde, resultando em mortes desnecessárias e na interrupção de serviços essenciais, como vacinação. Ela enfatiza que a mudança climática está alterando padrões de doenças, tornando regiões antes imunes a doenças como dengue e malária vulneráveis. A especialista também menciona o impacto das mudanças climáticas na saúde mental, especialmente em comunidades afetadas por secas e perdas econômicas.
A construção de sistemas de saúde resilientes é fundamental, segundo Willis. Ela sugere investimentos em estruturas que resistam a desastres naturais e na adoção de fontes de energia renováveis, como a solar, para garantir a continuidade dos serviços de saúde. A formação de profissionais de saúde sobre doenças emergentes também é crucial, uma vez que a dengue, por exemplo, pode aumentar sua área de alcance significativamente até 2050.
Willis observa que o Brasil está avançando na pesquisa de vacinas, como a desenvolvida pelo Instituto Butantan para a dengue, o que é vital diante das mudanças climáticas. A executiva acredita que a saúde deve ser um tema central na COP30, refletindo a crescente conscientização sobre a interconexão entre saúde pública e mudanças climáticas.
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