Diego Maradona, famoso jogador de futebol, morreu em 25 de novembro de 2020, por problemas de saúde, como edema pulmonar e insuficiência cardíaca, após uma cirurgia no cérebro. Sete profissionais de saúde, incluindo médicos e enfermeiros, estão sendo julgados por homicídio doloso, o que significa que eles sabiam que suas ações poderiam levar à morte de Maradona. Durante o julgamento, um médico contou que Maradona disse semanas antes de falecer: “Não estou bem”.
Em uma homenagem a Maradona no dia 30 de outubro, um traumatologista notou que ele estava “magro e caído”. No dia seguinte, o médico pessoal de Maradona decidiu interná-lo para exames, onde foi encontrado um hematoma subdural, mas os neurologistas disseram que não era uma emergência. Um cardiologista que havia feito testes em Maradona meses antes afirmou que não havia sinais de problemas cardíacos, mas sugeriu exames mais detalhados que não foram realizados. O julgamento deve continuar até julho, com várias testemunhas ainda para depor. A próxima audiência será na terça-feira. Uma enfermeira envolvida no caso será julgada separadamente.
Um médico testemunhou que Diego Maradona, ícone do futebol, afirmou semanas antes de sua morte: “Não estou bem”. O ex-jogador faleceu em 25 de novembro de 2020, devido a complicações de saúde, incluindo edema pulmonar e insuficiência cardíaca, após uma neurocirurgia. Sete profissionais de saúde, incluindo médicos e enfermeiros, estão sendo julgados por homicídio doloso, que implica que eles tinham conhecimento de que suas ações poderiam resultar em morte.
Durante o julgamento em San Isidro, o traumatologista Flavio Tunessi relatou que, em uma homenagem no dia 30 de outubro, viu Maradona “magro e caído” e que outras pessoas também notaram que ele não parecia bem. No dia seguinte, o médico pessoal de Maradona, Leopoldo Luque, decidiu interná-lo para exames, onde foi identificado um hematoma subdural. No entanto, neurologistas da clínica consideraram que não era uma emergência cirúrgica.
O cardiologista Oscar Franco, que havia realizado testes cardíacos em Maradona em setembro de 2020, afirmou que os exames não mostraram sinais de patologia. Ele sugeriu que Luque realizasse um teste mais detalhado, mas Luque se recusou, alegando que o paciente não suportaria ficar em uma instituição médica por muito tempo. O julgamento, que pode se estender até julho, contará com o depoimento de várias testemunhas, e os réus enfrentam penas de oito a 25 anos de prisão.
A próxima audiência está marcada para terça-feira, e a promotoria ainda não anunciou quem será a próxima testemunha. O caso de um oitavo réu, uma enfermeira, será julgado separadamente. O desfecho do julgamento pode trazer novas revelações sobre a saúde de Maradona e as decisões tomadas por sua equipe médica antes de sua morte.
Entre na conversa da comunidade