Um homem de 37 anos, chamado Reginaldo Silva Moreli, morreu 40 minutos depois de ser atendido na UPA da 29 em Rio Claro, São Paulo. Ele foi ao hospital por causa de dores nas costas e foi liberado por volta das 20h30. No caminho de volta para casa, Reginaldo passou mal em uma rua próxima. Algumas pessoas que estavam em uma padaria ajudaram e chamaram o Samu, mas ele não sobreviveu. A Polícia Civil está investigando a morte como suspeita e espera laudos que podem demorar até 30 dias. A prima de Reginaldo disse que ele tinha problemas de saúde, como esquizofrenia e asma, e costumava ir à UPA. O delegado responsável pela investigação vai ouvir os profissionais que atenderam Reginaldo para verificar se houve erro no atendimento. A Fundação Municipal de Saúde lamentou a morte e afirmou que todos os procedimentos foram seguidos. Sobre a chegada do Samu, a fundação negou que houve demora, dizendo que a equipe chegou em seis minutos após o chamado.
Um homem de 37 anos, Reginaldo Silva Moreli, faleceu quarenta minutos após ser atendido e liberado na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da 29, em Rio Claro (SP), na segunda-feira (7). Ele buscou atendimento devido a dores nas costas e foi liberado por volta das 20h30. Ao retornar para casa, Reginaldo passou mal em uma rua próxima.
Pessoas que estavam em uma padaria ajudaram Reginaldo e chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas ele não resistiu e morreu no local. A Polícia Civil registrou a morte como suspeita e investiga as circunstâncias, aguardando laudos que podem levar até trinta dias para serem concluídos.
A prima de Reginaldo, Caroline Litoldo, informou que ele tinha problemas de saúde, incluindo esquizofrenia e asma, e frequentemente buscava atendimento na UPA. O delegado Carlos Alberto Shio, responsável pela investigação, afirmou que ouvirá os médicos e enfermeiros que atenderam Reginaldo para verificar se houve negligência no atendimento.
A Fundação Municipal de Saúde lamentou o falecimento e afirmou que todos os protocolos médicos foram seguidos durante o atendimento. Em relação à demora do Samu, a fundação negou a informação, afirmando que uma unidade chegou ao local em seis minutos após o acionamento pelo Corpo de Bombeiros.
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