Um novo tipo de diabetes, chamado diabetes tipo 5, foi reconhecido pela Federação Internacional de Diabetes durante um congresso na Tailândia. Essa condição, antes conhecida como “diabetes relacionado à desnutrição”, afeta principalmente jovens magros em países de baixa e média renda. O reconhecimento se baseia em pesquisas que mostram que esse tipo de diabetes tem mecanismos diferentes dos tipos 1 e 2.
Meredith Hawkins, uma especialista na área, destacou que essa forma de diabetes foi frequentemente mal diagnosticada. O novo reconhecimento é importante para aumentar a conscientização sobre a condição, que pode ser muito grave. Durante o evento, foi criado um grupo de trabalho para desenvolver diagnósticos e tratamentos específicos para o diabetes tipo 5.
Estudos recentes indicam que pessoas com diabetes tipo 5 têm dificuldade significativa em produzir insulina, algo que não era bem compreendido antes. Hawkins acredita que essa descoberta pode mudar a forma como a condição é tratada. Ela estima que entre 20 e 25 milhões de pessoas no mundo possam ter diabetes tipo 5, especialmente na Ásia e na África, e que essa condição é mais comum do que doenças graves como a tuberculose. O reconhecimento oficial é visto como uma chance de melhorar o tratamento e a atenção a essa doença que foi negligenciada por muito tempo.
Um novo tipo de diabetes foi oficialmente reconhecido pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) durante o Congresso Mundial de Diabetes, realizado em Bangkok, Tailândia. Denominado diabetes tipo 5, essa condição, anteriormente chamada de “diabetes relacionado à desnutrição”, afeta principalmente jovens magros em países de baixa e média renda. O reconhecimento se deu após anos de pesquisa que evidenciaram mecanismos distintos dos tipos 1 e 2 da doença.
Meredith Hawkins, professora e diretora do Instituto Global de Diabetes do Albert Einstein College of Medicine, destacou que essa forma de diabetes foi historicamente subdiagnosticada. O novo reconhecimento é considerado um passo importante para aumentar a conscientização sobre essa condição, que pode ser devastadora. Durante o congresso, foi anunciada a criação de um grupo de trabalho para desenvolver diagnósticos e tratamentos específicos para o diabetes tipo 5.
Estudos recentes indicam que pacientes com diabetes tipo 5 apresentam um “defeito profundo na capacidade de secretar insulina”, o que não era reconhecido anteriormente. Hawkins afirmou que essa descoberta pode revolucionar a abordagem e o tratamento da condição. A nova classificação também busca corrigir diagnósticos equivocados, já que muitos pacientes eram erroneamente tratados como portadores do diabetes tipo 1.
A pesquisadora estima que entre 20 a 25 milhões de pessoas em todo o mundo possam ter diabetes tipo 5, especialmente na Ásia e na África. Essa forma da doença é mais prevalente do que outras enfermidades graves, como a tuberculose, e quase tão comum quanto o HIV/AIDS. O reconhecimento oficial é visto como uma oportunidade para avançar no combate a uma condição que historicamente recebeu pouca atenção.
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