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Cresce a preocupação com a radicalização online entre jovens e os sinais de alerta para os pais

A pesquisadora Michele Prado alerta sobre a radicalização online entre jovens, destacando a importância da comunicação entre pais e filhos. Ela investiga grupos extremistas em plataformas como Discord e TikTok, onde a crueldade e a desumanização estão em ascensão. Sinais de alerta incluem isolamento social e expressões de violência. Prado enfatiza que a fase dos 13 aos 15 anos é crítica e recomenda cautela com o uso de celulares. A prevenção é essencial para evitar que adolescentes sejam cooptados por ideologias extremistas.

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A pesquisadora Michele Prado, que trabalha na prevenção da radicalização online, alerta sobre o aumento da violência nas redes sociais e a presença de grupos extremistas em plataformas como Discord e TikTok. Ela destaca que muitos pais só percebem que seus filhos estão em risco quando a situação já é grave. Prado observa que os jovens podem dar sinais de radicalização, como se isolarem socialmente e mudarem a forma como se expressam, mostrando interesse por conteúdos violentos. A faixa etária de 13 a 15 anos é especialmente crítica, pois os adolescentes buscam aceitação e podem ser facilmente influenciados.

Ela também recomenda que os pais evitem dar celulares a crianças antes dos 15 anos, devido ao acesso a conteúdos prejudiciais. Prado relata casos preocupantes de transmissões violentas em plataformas como Discord, onde jovens são incentivados a se machucar. Além disso, menciona que o TikTok se tornou um lugar importante para recrutamento de jovens para grupos extremistas, que depois os direcionam para aplicativos mais privados. A prevenção e o apoio são essenciais para ajudar esses jovens.

A pesquisadora Michele Prado, especialista em prevenção da radicalização online, alerta sobre o aumento da crueldade nas redes sociais e a infiltração de grupos extremistas em plataformas como Discord e TikTok. Em entrevista, ela enfatiza a importância da comunicação aberta entre pais e filhos para evitar que jovens sejam cooptados por esses canais. Segundo Prado, muitos pais só percebem o problema quando a situação se torna crítica, como em casos de violência.

Prado observa que os jovens frequentemente emitem sinais de radicalização, como isolamento social e mudanças na forma de se expressar. Ela destaca que comportamentos como desumanização de grupos e interesse por conteúdos violentos são indicativos de um possível envolvimento com ideologias extremistas. A faixa etária de treze a quinze anos é considerada especialmente vulnerável, pois os adolescentes buscam pertencimento e podem ser facilmente influenciados.

A pesquisadora também menciona a necessidade de vigilância em relação ao uso de celulares por crianças e adolescentes. Ela recomenda que os pais evitem dar smartphones antes dos quinze anos, citando sua própria experiência negativa com a exposição precoce da filha a conteúdos prejudiciais. Prado relata casos alarmantes de transmissões violentas em plataformas como Discord, onde jovens são incentivados a participar de atos de automutilação e violência.

Além disso, Prado destaca que o TikTok se tornou uma plataforma central para recrutamento de jovens para grupos extremistas, redirecionando-os para aplicativos mais privados como Telegram e SimpleX. A pesquisadora conclui que a prevenção deve ser uma prioridade, e que a recuperação é possível, desde que haja apoio e compreensão.

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