Leões marinhos na costa da Califórnia estão apresentando comportamentos agressivos, atacando nadadores e surfistas. Especialistas acreditam que essa mudança se deve a altos níveis de intoxicação por algas tóxicas, como o ácido domoico, que afeta a saúde desses animais. Recentemente, uma jovem foi atacada enquanto nadava, resultando em ferimentos em seu braço, e um surfista relatou um ataque que o deixou em estado de choque.
O número de chamadas para resgates de animais doentes aumentou significativamente, com mais de duas mil ocorrências registradas em apenas cinco semanas. O CEO do Marine Mammal Care Center, John Warner, afirmou que a situação é a pior já vista, com muitos leões marinhos chegando em estado quase comatoso. O ácido domoico, uma toxina natural, está sendo intensificado por fenômenos como a ressurgência, que traz nutrientes ao ecossistema, favorecendo o crescimento de algas tóxicas.
Mudanças climáticas e o uso de fertilizantes estão contribuindo para o aumento das algas, que antes apareciam a cada poucos anos e agora ocorrem anualmente. Em 2023, o centro registrou o pior evento de algas tóxicas da história da região, afetando não apenas leões marinhos, mas também golfinhos, que frequentemente não sobrevivem ao envenenamento. A recuperação de leões marinhos está sendo mais difícil este ano, com uma taxa de sobrevivência potencialmente menor.
Para tratar os animais afetados, o centro realiza a desintoxicação e fornece cuidados intensivos. A situação é crítica, especialmente para as fêmeas grávidas, que podem perder seus filhotes devido à toxina. A capacidade de tratamento está sendo desafiada, com um número crescente de animais necessitando de cuidados, enquanto a população de leões marinhos continua robusta, mas pode enfrentar consequências a longo prazo devido a esses eventos.
Leões marinhos na costa da Califórnia estão apresentando comportamentos agressivos em relação a humanos, com ataques a nadadores e surfistas. Especialistas atribuem essa mudança a níveis alarmantes de intoxicação por algas tóxicas, como o ácido domoico, que afeta a saúde desses animais. Recentemente, uma jovem foi atacada enquanto nadava, resultando em ferimentos em seu braço, e um surfista relatou um ataque que o deixou em estado de choque.
O aumento de chamadas para resgates de animais doentes é significativo, com mais de duas mil ocorrências registradas em apenas cinco semanas. O CEO do Marine Mammal Care Center, John Warner, afirmou que a situação é a pior já vista, com muitos leões marinhos chegando em estado quase comatoso. O ácido domoico, uma toxina natural, está sendo intensificado por fenômenos como a ressurgência, que traz nutrientes ao ecossistema, favorecendo o crescimento de algas tóxicas.
As mudanças climáticas e o uso de fertilizantes estão contribuindo para o aumento das algas, que antes apareciam a cada poucos anos e agora ocorrem anualmente. Em 2023, o centro registrou o pior evento de algas tóxicas da história da região, afetando não apenas leões marinhos, mas também golfinhos, que frequentemente não sobrevivem ao envenenamento. Warner destacou que a recuperação de leões marinhos está sendo mais difícil este ano, com uma taxa de sobrevivência potencialmente menor.
Para tratar os animais afetados, o centro realiza a desintoxicação e fornece cuidados intensivos, mas a situação é crítica, especialmente para as fêmeas grávidas, que podem perder seus filhotes devido à toxina. A capacidade de tratamento está sendo desafiada, com um número crescente de animais necessitando de cuidados, enquanto a população de leões marinhos continua robusta, mas pode enfrentar consequências a longo prazo devido a esses eventos.
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