O fotógrafo sueco Christian Aslund está documentando a retração das geleiras em Svalbard, um arquipélago norueguês no Círculo Polar Ártico. Ao comparar fotos tiradas em dois mil e dois e dois mil e vinte e quatro, Aslund observa uma diminuição drástica das geleiras, que estão se retirando devido ao aquecimento global. Ele se posicionou em locais exatos onde exploradores tiraram fotos há mais de um século, revelando que, enquanto em mil novecentos e dezoito as geleiras eram imponentes, em dois mil e vinte e quatro a paisagem se assemelha a terras quase desprovidas de gelo.
Aslund, em colaboração com o Instituto Polar Norueguês e a Greenpeace, busca aumentar a conscientização sobre a questão climática. Ele notou que, em dois mil e dois, a aceitação do aquecimento global não era tão ampla. Após retornar em dois mil e vinte e quatro, Aslund confirmou suas suspeitas de que as geleiras haviam recuado ainda mais. Ele enfatiza que a retração não é um fenômeno cíclico, mas uma consequência contínua do aquecimento.
Dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) indicam que o Ártico está aquecendo duas vezes mais rápido que o resto do mundo desde dois mil. Estimativas sugerem que a temperatura na região pode ter aumentado até quatro vezes mais que a média global desde mil novecentos e setenta e nove. A NASA relata que o gelo marinho do Ártico está diminuindo em doze vírgula dois por cento a cada década, o que contribui para o aumento do nível do mar e pode submergir áreas habitadas.
Aslund também enfrentou críticas semelhantes às que recebeu em dois mil e dois, com alguns questionando a veracidade de suas imagens. Ele expressa sua surpresa ao ver que, mesmo em dois mil e vinte e quatro, há ceticismo em relação às evidências visuais do derretimento das geleiras. O fotógrafo alerta que, se não houver uma mudança significativa nas políticas climáticas, muitas das paisagens que documentou podem desaparecer em uma década.
O fotógrafo sueco Christian Aslund está documentando a retração das geleiras em Svalbard, um arquipélago norueguês no Círculo Polar Ártico. Em suas comparações entre fotos de 2002 e 2024, Aslund observa uma drástica diminuição das geleiras, que estão se retirando devido ao aquecimento global. Ele se posicionou em locais exatos onde exploradores tiraram fotos há mais de um século, revelando que, enquanto em 1918 as geleiras eram imponentes, em 2024 a paisagem se assemelha a terras quase desprovidas de gelo.
Aslund, em colaboração com o Instituto Polar Norueguês e a Greenpeace, busca aumentar a conscientização sobre a questão climática. Ele notou que, em 2002, a aceitação do aquecimento global não era tão ampla. Após retornar em 2024, Aslund confirmou suas suspeitas de que as geleiras haviam recuado ainda mais. Ele enfatiza que a retração não é um fenômeno cíclico, mas uma consequência contínua do aquecimento.
Dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) indicam que o Ártico está aquecendo duas vezes mais rápido que o resto do mundo desde 2000. Estimativas sugerem que a temperatura na região pode ter aumentado até quatro vezes mais que a média global desde 1979. A NASA relata que o gelo marinho do Ártico está diminuindo em 12,2% a cada década, o que contribui para o aumento do nível do mar e pode submergir áreas habitadas.
Aslund também enfrentou críticas semelhantes às que recebeu em 2002, com alguns questionando a veracidade de suas imagens. Ele expressa sua surpresa ao ver que, mesmo em 2024, há ceticismo em relação às evidências visuais do derretimento das geleiras. O fotógrafo alerta que, se não houver uma mudança significativa nas políticas climáticas, muitas das paisagens que documentou podem desaparecer em uma década.
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