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Cobertura vacinal infantil em São Paulo atinge níveis pré-pandemia de Covid-19

Cobertura vacinal em São Paulo se recupera, com 80,6% para febre amarela e 89,2% para hepatite A; vacinação contra gripe é antecipada.

A cobertura vacinal em São Paulo para diversas doenças do Programa Nacional de Imunização (PNI) voltou aos níveis pré-pandemia, com a meta de 90% do público-alvo alcançada na maioria das vacinas. No entanto, a febre amarela, hepatite A e a segunda dose da tríplice viral ainda estão abaixo desse patamar. O secretário estadual de Saúde, […]

A cobertura vacinal em São Paulo para diversas doenças do Programa Nacional de Imunização (PNI) voltou aos níveis pré-pandemia, com a meta de 90% do público-alvo alcançada na maioria das vacinas. No entanto, a febre amarela, hepatite A e a segunda dose da tríplice viral ainda estão abaixo desse patamar. O secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva, destacou que a pandemia prejudicou a vacinação e que foram necessárias ações para recuperar os índices, incluindo apoio às prefeituras e combate à desinformação.

Para melhorar a cobertura vacinal, o governo paulista criou um site para esclarecer dúvidas sobre vacinação e lançou campanhas informativas nas redes sociais. Além disso, o financiamento estadual para os municípios foi ampliado de R$ 4 para R$ 40 por habitante ao ano, condicionando o recebimento a ações efetivas na atenção básica, como o aumento da cobertura vacinal local. Paiva também mencionou que a cobertura para febre amarela está em 80,6%, um aumento significativo em relação aos 64% de 2022.

Em relação à hepatite A, a cobertura atual é de 89,2%, com expectativa de atingir a meta de 90% ainda este ano. A primeira dose da tríplice viral já foi aplicada em níveis satisfatórios, e o governo espera que a segunda dose atinja a meta até 2025. Além disso, a vacinação contra a gripe para idosos foi antecipada em São Paulo, com início em 28 de março, antes da campanha nacional que começa em 7 de abril.

A decisão de antecipar a vacinação se deu em resposta ao aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) entre idosos, que cresceu 189% em relação ao ano anterior. Os grupos prioritários incluem idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

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