Manuel J. Smith, em seu livro “When I Say NO, I Feel Guilty”, destaca que relacionamentos podem se tornar difíceis quando não conseguimos recusar pedidos. Essa dificuldade se manifesta tanto em relações pessoais quanto profissionais. Os psicólogos Walter Riso e Tomás Navarro apontam situações em que pessoas emocionalmente inteligentes devem dizer não no ambiente de […]
Manuel J. Smith, em seu livro “When I Say NO, I Feel Guilty”, destaca que relacionamentos podem se tornar difíceis quando não conseguimos recusar pedidos. Essa dificuldade se manifesta tanto em relações pessoais quanto profissionais. Os psicólogos Walter Riso e Tomás Navarro apontam situações em que pessoas emocionalmente inteligentes devem dizer não no ambiente de trabalho.
Uma das situações é quando o profissional não se sente qualificado para uma tarefa. Segundo a Universidade de Harvard, indivíduos autoconfiantes reconhecem suas habilidades e limitações. Assim, uma pessoa com inteligência emocional deve avaliar se possui a formação necessária para realizar a tarefa solicitada. Se não, é mais assertivo recusar, utilizando uma frase como: “Adoraria poder ajudar neste projeto, mas não tenho conhecimentos para realizá-lo.”
Outra circunstância é quando o pedido vai contra princípios e valores pessoais. Pessoas emocionalmente inteligentes não se comprometem com ações que contradizem suas crenças. Dizer não a algo que não se concorda é uma forma de defender a própria ética. O trabalho deve ser visto como uma troca de conhecimentos e competências, e os valores pessoais não devem ser sacrificados por um salário.
Por fim, é importante recusar tarefas que não fazem parte das responsabilidades acordadas. Muitas vezes, aceitamos pedidos por hábito, mas é fundamental lembrar que não somos obrigados a aceitar tudo. Se a tarefa solicitada não se encaixa nas competências definidas, não há necessidade de realizá-la. Essa postura é especialmente relevante em um contexto onde novas gerações, como a Geração Z, estão redefinindo as dinâmicas de trabalho.
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