- Em 2024, as emissões de gases de efeito estufa na Escócia caíram 1% em relação a 2023, desacelerando o ritmo de queda.
- Desde 1990, as emissões totais já diminuíram mais de 50%, com queda em todos os setores, exceto aviação e transporte internacional.
- A maior parte da redução de 2024 decorreu de mudanças no uso da terra; houve aumento de emissões nos transportes, tanto domésticos quanto na aviação internacional, e em edifícios.
- O governo ampliou o debate sobre metas, buscando emissões líquidas zero até 2045, com orçamentos de carbono de cinco anos e reduções previstas de 57% em média nos próximos cinco anos.
- Em 2024, o total estimado foi de 39 milhões de toneladas de CO₂ equivalente; aviação e transporte internacionais voltaram aos níveis pré‑pandemia, enquanto indústria teve a maior queda entre os setores.
Emissões de gases de efeito estufa na Escócia recuaram, mas o ritmo diminuiu. Em 2024, o total de poluentes caiu 1% em relação a 2023, segundo dados oficiais. O recuo é quase pela metade do observado em 2023, quando houve queda de 1,9%.
Desde 1990, as emissões da Escócia já recuaram mais da metade (50,5%). Todos os setores, com exceção da aviação e do transporte internacional, registraram quedas ao longo desse período. Em 2024, a maior parte da redução veio de mudanças no uso do solo.
Repercussões setoriais
Mesmo com o avanço, houve aumento na poluição vinda do transporte e de edifícios. A Secretaria de Ação Climática, Gillian Martin, afirmou que é preciso acelerar o ritmo para cumprir metas futuras.
Para o conjunto da economia, o país emitiu cerca de 39 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2024, queda de 0,4 MtCO2e ante 2023. Indústria teve a maior redução entre setores (-0,3 MtCO2e).
Mudanças e perspectivas
A aviação internacional e o transporte marítimo subiram 0,2 MtCO2e, retornando aos patamares pré-pandemia. Já o transporte doméstico e os edifícios registraram leve alta no último ano.
As estatísticas destacam ainda que, paralelamente, a pegada de carbono por gastos dos moradores na posição 2021-2022 aumentou 1,6%. Entre 1998 e 2022, houve queda de 17,5% na pegada total.
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