- O florescimento das rosas está chegando mais cedo devido a invernos mais úmidos e quentes na primavera, segundo a National Trust.
- Em Mottisfont, Hampshire, e outros jardins do sul geridos pela instituição, o pico de floração ocorre antes do tradicional mês de junho.
- Desde que foi doada oficialmente em 1972, a floração principal tem avançado aproximadamente um dia a cada dois anos e meio.
- O head gardener Rob Ballard disse que um inverno chuvoso e muito quente, seguido de verões de abril acelerado, fez as roseiras florescerem mais cedo em 2026.
- A mudança climática exige que a equipe adapte a gestão do jardim, do solo à poda, e enfrenta o desafio de pragas que sobrevivem ao inverno; propriedades mais ao norte apresentam florescer mais típico.
O fenômeno do aquecimento global está adiantando o florescimento das rosas em jardins mantidos pela National Trust (NT) no sul da Inglaterra. O período de floração atinge o auge mais cedo devido a invernos mais úmidos e suaves e a períodos de calor na primavera.
Em Mottisfont, em Hampshire, as rosas já começam a abrir antes do habitual pico de junho. O padrão se repete em outros jardins do sul sob a gestão da NT, que acompanha mudanças contínuas nos ciclos de floração desde a doação do local, em 1972.
De acordo com o diretor de horticultura, o início mais precoce da floração ocorre após um inverno muito chuvoso e ameno, seguido por calor em abril. Em 2026, as roseiras mostraram-se adiantadas em comparação ao que se lembra a equipe.
O time de horticultura tem adaptado a gestão dos jardins para acompanhar o avanço das flores, incluindo manejo do solo e podas diferenciadas. A equipe também aponta o efeito de mais pragas que sobreviveu ao inverno.
Entretanto, propriedades mais ao norte apresentam floradas mais próximas do padrão histórico, segundo a NT, indicando variações locais no impacto das mudanças climáticas.
Mudanças de manejo e impactos
A NT explica que as mudanças climáticas exigem planejamento diferente de irrigação, solo e pragas. Os jardins continuam abertos ao público, com visitas que destacam as alterações sazonais.
A organização não divulgou estimativas oficiais de datas de pico de floração, mas ressaltou que o avanço ocorre de forma gradual ao longo dos últimos anos, aproximando-se de uma média de um dia adiantado a cada dois anos e meio.
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