- A Polícia Nacional do Equador prendeu, no aeroporto internacional José Joaquín de Olmedo, em Guayaquil, três nacionais tailandeses em 19 de maio de 2026, sob suspeita de tráfico de animais silvestres.
- Foram apreendidas doze iguanas marinhas, endêmicas do Galápagos, encontradas dentro de bolsas com as patas presas.
- Uma iguana morreu; as demais que sobreviveram apresentam dormência nos membros e estão sob cuidado especializado.
- As iguanas do Galápagos são protegidas por leis ecuatorianas e pelo acordo internacional CITES; a retirada da natureza e a venda são proibidas.
- A operação envolveu a polícia, a autoridade ambiental, a direção do Parque Nacional Galápagos e o Conselho Governação do Regime Especial de Galápagos, com investigações em curso.
Three nacionais tailandeses foram presos no Aeroporto Internacional José Joaquín de Olmedo, em Guayaquil, no dia 19 de maio de 2026, suspeitos de tráfico de animais silvestres. A operação ocorreu com apoio da polícia nacional e autoridades ambientais.
Foram apreendidas 12 iguanas marinhas Amblyrhynchus cristatus, endêmicas das Galápagos. Os répteis foram encontrados em bolsas, com as patas presas. Uma iguana estava morta; as demais apresentaram dormência nos membros. Atualmente, permanecem sob cuidado especializado.
As espécies de iguanas das Galápagos, incluindo as marinhas, são protegidas por leis locais e pelo CITES, o tratado internacional sobre comércio de fauna. As proteções impedem a retirada da natureza e a venda dos animais.
Operação e desdobramentos
A ação foi coordenada pela Polícia Nacional, em conjunto com a Autoridade Ambiental, a Direção do Parque Nacional Galápagos e o Conselho de Governança do Regime Especial Galápagos. As investigações seguem em andamento.
Casos recentes e contexto
Na última semana, houve quatro ocorrências de iguanas marinhas deixadas em calçadas de Guayaquil, indicando possível tráfico. O total de iguanas suspeitas de crime chega a 16 em cerca de uma semana.
Entidades e contexto internacional
Organizações da sociedade civil destacam a crueldade do tráfico e a atuação de redes criminosas globais. A proteção máxima de Galápagos é elogiada por especialistas e autoridades, que cobram ações internacionais firmes para frear o comércio ilegal.
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