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10% do oceano protegido; faltam 20% para chegar a 30%

Mais de 10% do oceano já é protegido; porém é preciso acelerar ações, ampliar financiamento e fiscalização para alcançar 30% até 2030

Photo: Emilie Ledwidge
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  • Mais de 10,4% dos oceanos estão protegidos de alguma forma, segundo a UNEP-WCMC em anúncio de 1º de abril.
  • Apesar do avanço, o ritmo está seis anos atrasado em relação à meta de proteger 30% até 2030.
  • O ritmo atual não é suficiente para atingir a meta nos próximos anos; é necessário acelerar a designação de áreas marinhas protegidas (MPAs).
  • Muitas MPAs carecem de financiamento e recursos, prejudicando a gestão e a conservação da biodiversidade.
  • O relatório aponta para ampliar MPAs em regiões subrepresentadas, como alto-mar, com maior cooperação internacional e financiamento, além de integrá-las à pesca sustentável e à mitigação do clima.

Oceanos ganham proteção de mais de 10% da superfície global, segundo anúncio divulgado em 1º de abril pelo UNEP-WCMC, ligado ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. A marca mostra avanço, mas o prazo para a meta de 30% até 2030 ainda parece distante.

O relatório aponta que cerca de 10,4% dos oceanos já estão protegidos, resultado da criação de novas áreas marinhas protegidas (MPAs) e da ampliação de áreas existentes. Esse progresso ocorre em várias regiões do mundo.

Especialistas destacam que o ritmo atual é insuficiente para atingir 30% em curto prazo. A qualidade da proteção depende de gestão eficaz, fiscalização adequada e financiamento estável para as MPAs.

Para acelerar ganhos, o estudo recomenda a designação de novas MPAs, com foco em áreas remotas, como alto mar, e regiões com alta biodiversidade. Cooperação internacional e mais recursos são considerados essenciais.

O relatório também defende uma integração maior entre conservação, pesca sustentável e estratégias de combate às mudanças climáticas. A proteção do oceano é apresentada como crucial para ecossistemas, meios de subsistência e resiliência climática.

Desafios e caminhos

A UNEP-WCMC ressalta a necessidade de melhorar infraestrutura de gestão, monitoramento e controle. Sem isso, muitas áreas protegidas podem não cumprir seus objetivos ecológicos.

Além do financiamento, há necessidade de dados confiáveis que orientem ajustes de manejo. Técnicas de proteção devem acompanhar as dinâmicas de espécies e habitats marinhos.

O estudo enfatiza que políticas públicas, parcerias entre países e apoio de organizações internacionais são determinantes para ampliar a cobertura efetiva. A meta global depende de ações coordenadas.

Fontes citadas no relatório incluem governos, agentes internacionais e organizações de conservação. As informações reforçam a importância de acelerar reformas e ampliar investimentos.

Embora haja sinais positivos, o caminho até 2030 exige metas ambiciosas e execução firme. A população global depende, em última análise, de oceanos saudáveis e bem protegidos.

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