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Ação judicial busca impedir projeto envolvendo pai de Neymar no CT do Santos

Justiça de São Paulo recebe ação popular para suspender licenciamento do Centro de Treinamento do Santos em Praia Grande, por supostos danos à Mata Atlântica e ao Parque Xixová-Japuí

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  • Uma ação popular na Justiça de São Paulo busca liminar para impedir a construção de um novo Centro de Treinamento do Santos em área próxima à Mata Atlântica e ao Parque Estadual Xixová-Japuí, por supostos danos ambientais.
  • Réus: Neymar Sport e Marketing (NR Sports), Litoral Plaza, prefeitura de Praia Grande e Câmara Municipal; ação apresentada por Rui Elizeu Pereira e Renee Leutz.
  • Alega-se risco de danos irreversíveis à biodiversidade e aos recursos hídricos, com anexos de levantamentos da Avifauna e cerca de 700 assinaturas em abaixo-assinado.
  • Os autores destacam omissão de audiências públicas, alegando violação de participação social e transparência no licenciamento ambiental de alto impacto; MP já abriu inquérito sobre irregularidades.
  • O projeto prevê área de noventa mil metros quadrados com três campos, hotel e arena para vinte e cinco mil pessoas, próximo ao Litoral Plaza; Justiça pediu manifestação do Ministério Público.

Uma ação popular protocolada na Justiça de São Paulo busca obter liminar para impedir a construção do Centro de Treinamento do Santos em uma área aos arredores da Mata Atlântica, próxima ao Parque Estadual Xixová-Japuí, por alegados danos ambientais.

Os réus são a Neymar Sport e Marketing, a NR Sports, de propriedade da família de Neymar, além do Litoral Plaza, na Praia Grande, e das prefeituras de Praia Grande e da Câmara Municipal. A ação foi apresentada por Rui Elizeu Pereira e Renee Leutz.

O processo foi aberto no início desta semana. O projeto envolve uma área de 90 mil metros quadrados com três campos de futebol, hotel e arena para 25 mil pessoas, com a entrada da cidade próxima ao Litoral Plaza. A ideia foi anunciada em junho do ano passado pelo pai de Neymar.

Desdobramentos e respostas

A ação sustenta risco de danos irreversíveis à biodiversidade e aos recursos hídricos locais, incluindo espécies ameaçadas, com base em levantamentos técnicos da Avifauna. Cerca de 700 assinaturas foram coletadas em um abaixo-assinado.

Os autores também apontam que o poder público de Praia Grande não promoveu audiências públicas, acusando omissão de participação da sociedade em licenciamento ambiental de alto impacto. Um inquérito do Ministério Público já investiga possíveis irregularidades.

O Litoral Plaza e o Grupo Peralta afirmaram que o projeto segue a legislação ambiental, com estudos técnicos e mitigação de impactos, cumprindo o Plano Diretor Municipal e normas do Parque Xixová-Japuí, com compensações previstas conforme o licenciamento.

Em decisão inicial, a Justiça solicitou manifestação do Ministério Público. A NR Sports e a prefeitura de Praia Grande não haviam respondido até o fechamento desta edição. A reportagem segue acompanhando o desdobramento.

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