- A Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres aprovou a inclusão de quarenta novas espécies sob proteção internacional durante a COP quinze, em Campo Grande (MS).
- A reunião reuniu representantes de cento e trinta e três membros, entre países e a União Europeia.
- Entre as espécies protegidas está a coruja-das-neves (Bubo scandiacus).
- Também consta a inclusão do maçarico-de-bico-virado ou maçarico-café (Limosa haemastica), que percorre cerca de trinta mil quilômetros por ano na América.
- O evento ocorreu no Pantanal, em Mato Grosso do Sul, uma das áreas com maior biodiversidade do planeta.
A Convenção das Nações Unidas sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS) aprovou neste domingo a inclusão de 40 novas espécies sob proteção internacional. A decisão ocorreu durante a COP15, realizada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
A reunião reuniu representantes de 133 membros, entre 132 países e a União Europeia. O objetivo é ampliar a proteção de espécies migratórias ao redor do mundo, com regras de conservação mais rígidas para deslocamentos entre fronteiras.
A lista aprovada inclui espécies como a coruja-das-neves, Bubo scandiacus, amplamente associada à cultura popular, e o maçarico-de-bico-virado, Limosa haemastica, uma ave migratória que percorre cerca de 30 mil quilômetros por ano no continente americano.
Contexto da COP15 e impactos
O encontro no Pantanal, uma área de alta biodiversidade, reforçou o foco em regiões de grande riqueza ecológica. Comitês técnicos analisaram dados de migração, ameaças e medidas de proteção para as espécies. A medida aumenta a cobertura legal internacional.
Segundo especialistas, a proteção ampliada facilita ações conjuntas entre países e organizações para monitoramento, pesquisa e ações de conservação ao longo das rotas migratórias. A CMS atua de forma a harmonizar políticas entre os membros.
A COP15 aconteceu em Campo Grande, no Pantanal, durante a semana. A decisão de incluir as 40 espécies segue critérios científicos de vulnerabilidade e importância ecológica. As próximas etapas envolvem planos nacionais de implementação.
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