- A baleia-jubarte, cerca de dez metros de comprimento, apareceu enfraquecida e doente em baías rasas na costa báltica da Alemanha, com área restrita de quinhentos metros ao redor para permitir descanso.
- A hipótese é de que tenha sido ferida por rede de pesca; o animal foi avistado pela primeira vez em três de março e ficou preso em um banco de areia na semana passada.
- Esforços de resgate envolveram escavadeira para abrir canal e barcos para gerar ondas, na tentativa de libertá-lo; a baleia ganhou o apelido Timmy, inspirado na praia de Timmendorfer Strand.
- Através de uma flotilha de embarcações, a ideia era guiá-la pelas águas alemãs e dinamarquesas até o Atlântico, após ter sido libertada de um banco de areia na sexta-feira, mas acabou ficando presa novamente.
- Autoridades destacam queda de atividade, respiração mais lenta e pouca reação do animal; as chances de sucesso são consideradas relativamente baixas, com estimativas de cerca de 310 milhas para alcançar segurança.
O mamífero é um baleia-jubarte com cerca de 10 metros de comprimento que ficou encalhado em áreas rasas da costa báltica da Alemanha. A situação foi observada pela primeira vez no fim de semana, com diversas tentativas de resgate ao longo de dias.
A baleia foi avistada na região de Niendorf, no mar Báltico, e posteriormente ficou presa em uma banka de areia perto de Wismar. Autoridades locais chegaram a isolar uma área de até 500 metros ao redor do animal para permitir descanso e tentativa de saída.
O órgão ambiental do estado de Mecklenburg-Pomerânia informou que a baleia apresenta fraqueza e provável ferimento por rede de pesca. A hipótese é de que o animal tenha seguido cardume de peixe ou se desorientado pelo barulho de um submarino.
Controles e ações de resgate
Equipes usaram escavadeira para ampliar um canal e barcos para provocar ondas, com o objetivo de liberar o animal. A esperança era que a baleia conseguisse retornar ao Atlântico se recuperasse a tempo.
O animal, apelidado de Timmy pelas pessoas da região, já havia se libertado de uma primeira banka, mas acabou ficando preso novamente em outra área de areia. Observadores destacam queda de atividade e da frequência respiratória.
Especialistas ressaltam que as águas do Báltico possuem concentração de sal diferente do que a baleia está acostumada, o que dificulta sua sobrevivência a longo prazo. Estima-se que o trajeto até águas mais profundas possa chegar a cerca de 310 milhas.
Perspectivas
Analistas indicam que as chances de sucesso permanecem incertas, diante da necessidade de navegação por passagens estreitas. A interdição parcial da área prossegue, enquanto equipes monitoram sinais vitais e resposta do animal ao ambiente.
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