- Um trecho da estrada principal que liga Drayton a Muchelney corre o risco de ficar inundado novamente se não forem instaladas bombas permanentes, segundo conselheiros.
- Muchelney ficou isolada por cerca de 10 semanas em 2014, quando as quatro vias de acesso ficaram submersas.
- Em 2015, 500 metros da estrada foram elevados em mais de um metro para criar uma passagem segura durante inundações, a um custo de £1 milhão.
- O presidente da Somerset Rivers Authority afirmou que a estrada precisa de manutenção constante devido às mudanças climáticas, sugerindo que os eventos de inundação aparecem com mais frequência.
- O governo confirmou uma revisão para avaliar bombas permanentes ao longo do ano, com decisão esperada nas próximas semanas.
A comunidade de Muchelney e a região de Somerset enfrentam risco de isolamento permanente por causa das cheias. Alerta veio de vereadores após um recente avanço das águas próximo à crista da via de responsabilidade da gestão de drenagem, que exige bombas permanentes.
O trecho de 500 m da estrada principal que liga Muchelney a Drayton, elevado em 2015 para formar uma passagem elevada, corre risco de ficar inundado novamente. Autoridades afirmam que o endurecimento das obras depende de soluções definitivas de bombeamento.
O presidente da Somerset Rivers Authority (SRA), vereador Mike Stanton, disse que já se passou mais de uma década desde o elevação da via e que mudanças climáticas aumentam a recorrência das cheias. Segundo ele, a situação ocorre com menor antecedência a cada ciclo.
Segundo o líder de transporte da Somerset Council, vereador Richard Wilkins, a passagem entre Drayton e Muchelney corre o risco de transformar MUchelney em ilha novamente se as estradas adjacentes permanecerem fechadas. Ele defende bombas permanentes.
Um debate governamental recente confirmou uma revisão sobre a viabilidade de bombas em tempo integral como forma de prevenção a futuras enchentes em Somerset. O objetivo é avaliar custos, padrões de ativação e eficiência a longo prazo.
A ministra das inundações, Emma Hardy, informou que a revisão está em curso para definir se bombas permanentes em locais estratégicos podem trazer melhor relação custo-benefício. Ela acrescentou que as discussões continuam e que uma resposta deve sair em breve.
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