- O petroleiro russo Arctic Metagaz, carregando gás natural liquefeito, ficou à deriva no Mediterrâneo por duas semanas, com risco de desastre ecológico.
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O navio foi atingido por suposto ataque de drones, abrindo um grande furo; a tripulação foi resgatada entre Malta e Líbia.
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Agora está nas águas territoriais da Líbia, que passa a ser responsável pela navegação e pela área.
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A Itália em conjunto com outros países emitiu alerta aos dirigentes da União Europeia, destacando o risco de dispersão de hidrocarbonetos, com cerca de 90 toneladas de óleo pesado ou diesel a bordo.
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A delegação russa afirmou que a participação depende de circunstâncias, enquanto o ministério de transportes acusou drones navais ucranianos de terem atacado o navio.
O tanker russo Arctic Metagaz, com LNG a bordo, está à deriva no Mediterrâneo há cerca de duas semanas após ter sofrido danos em um suposto ataque com drones. A embarcação entrou nas águas territoriais da Líbia, elevando preocupações com um possível desastre ecológico.
Segundo informações, a deriva começou próximo às águas maltesas e se estendeu entre Malta e a Sicília, antes de alcançar a Líbia. A tripulação foi supostamente resgatada entre Malta e a costa líbia, conforme relatos não oficiais.
A Agência de Proteção Civil italiana informou que a embarcação está sob responsabilidade das autoridades líbias, já que se encontra em águas sob jurisdição local. Obras de monitoramento seguem em curso na região.
A Líbia emitiu um aviso de navegação para navios na área, que enfrenta condições de mar agitadas. Autoridades italianas enfatizam a necessidade de cautela máxima para evitar impactos ambientais.
Estimativas indicam que o cargueiro transportava aproximadamente 90 toneladas de óleo pesado ou diesel a bordo, aumentando o risco de vazamentos. A possibilidade de dispersão de gás também é citada como preocupação.
A Rússia reconheceu a situação de deriva do metanheiro Arctik Metagaz e disse que a participação de Moscou na resolução dependeria de circunstâncias concretas. O ministério de Transporte russo atribuiu o ataque a drones navais ucranianos.
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