- A embarcação russa Arctic Metagaz, danificada, chegou às águas da Líbia e segue sob monitoramento.
- O principal risco, segundo a agência, é a possível dispersão de gás, ainda sem vazamentos detectados; dois tanques estariam intactos, mas parte da carga pode já ter se espalhado no mar.
- Itália, França, Espanha e mais seis países da União Europeia enviaram à Comissão Europeia uma alerta sobre a ameaça ecológica que o cargueiro representa e pediram ações.
- Qualquer intervenção sobre o navio ficaria sob a autoridade líbia, devido à localização, com as condições do mar sendo desafiadoras.
- A Rússia reconheceu que o navio estava à deriva no Mediterrâneo; Kiev não assumiu responsabilidade por ataques com drones conforme alegado pela Rússia.
O cargueiro LNG russo Arctic Metagaz, danificado, chegou às águas da Líbia. A embarcação permanece à deriva no Mediterrâneo, entre Malta e as ilhas italianas de Lampedusa e Linosa, em mar aberto. Não há registro de vazamentos até o momento.
Segundo a agência que monitora o navio, o principal risco atual é a possível dispersão de gás, embora ainda não se saiba quanto gás permanece a bordo. Dois tanques teriam chegado intactos, mas parte da carga pode já ter se espalhado no mar.
A embarcação é associada pela União Europeia a uma frota paralela usada para contornar sanções impostas após a invasão da Ucrânia, em 2022. O estado da situação depende de autoridades que assumem a jurisdição conforme a localização do navio.
Situação atual e riscos
A agência de proteção civil italiana informou que qualquer intervenção dependerá da autoridade líbia, dada a localização do navio e as condições do mar. O monitoramento continua para avaliar o avanço do gás no ambiente.
Reação internacional e contexto
A UE indicou que o navio faz parte de um conjunto de ativos vinculados a sanções russas. O Ministério das Relações Exteriores russo confirmou que o Arctic Metagaz está à deriva e que a cooperação para resolução depende de circunstâncias específicas.
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